28 setembro 2021

FUNCIONÁRIOS DO BB COBRAM MUDANÇAS NA COPARTICIPAÇÃO PROMETIDAS PELA CASSI

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Comissão dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) voltam a cobrar o agendamento de reunião para debater devolução dos valores pagos de coparticipação, inclusive retroativos à resolução 23 da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR), que teve seus efeitos sustados com a aprovação do PDL 342/2021.

A redução da coparticipação dos funcionários do BB à Cassi é um compromisso feito em Mesa de Negociação entre as duas partes, isto é, de um lado a diretoria da Cassi e, de outro, as entidades que representam os funcionários. A proposta é retomar os índices de coparticipação praticados em 2018.

Sandra Trajano, representante da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro do Nordeste (Fetrafi-NE) na CEBB, lembrou que durante o ano foram enviados diversos ofícios cobrando a efetiva devolução, já que tema já foi discutido em mesa e acordado. “Precisamos que a Cassi cumpra o negociado. Vale lembrar que o aumento da coparticipação foi votado no Conselho Deliberativo da Cassi em 2018, com voto dos eleitos da chapa do diretor (Luiz) Satoru e com apoio do presidente do conselho deliberativo, (Sergio) Faraco. Foi aprovado com uma ressalva de que reequilibradas as contas da Cassi, esse assunto deveria ser rediscutido. Mas infelizmente nem mediante a vários pedidos dos associados e das entidades eles ainda não fizeram isso.”

As entidades realizaram nova cobrança à diretoria da Cassi e ao Conselho Deliberativo durante a posse da chapa do diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes, Emilio Flesch, e metade do conselho deliberativo eleitos. “Vale ressaltar que essa chapa ‘Todos Pela Cassi’ fez campanha prometendo aos associados a volta da coparticipação e eles tiveram apoio dos eleitos com diretor Satoru, ou seja, o mesmo Grupo Mais”, lembrou Sandra. “Infelizmente, até hoje essa chapa eleita não cumpriu seus compromissos de campanha, aliás eles se aproveitaram para ajudar mais o banco do que os associados. Por exemplo, diminuíram a rede de credenciados, não mexeram na coparticipação que onera apenas os associados e não o banco, mexeram na lista de medicamentos para crônicos. São vários ataques que diminuem as despesas do banco com a Cassi, mas onera os associados”, completou.

A dirigente lembra que, recentemente, o Grupo Mais soltou um comunicado pedindo para a diretoria e para o conselho deliberativo eleitos por eles para reduzirem a coparticipação. “Mera hipocrisia de quem aprovou os aumentos em detrimento dos associados. Agora, de olho nas eleições do ano que vem, querem jogar confetes para enganar os associados. Mas, vale a ressalva de, caso sejam eleitos novamente, irão prejudicar tanto ou mais os associados da Cassi”, finalizou Sandra.

Outra reivindicação que o movimento sindical, junto com as demais entidades representativas, tem feito desde 2020 é em relação ao Programa de Assistência Farmacêutica (PAF), que teve sua lista de medicamentos reduzida em 70% (De princípio ativo a redução foi de 365 para 92 e em medicamentos de 2985 para 1167). “Ainda que a Cassi tenha feito uma pequena revisão em junho de 2021 (inclusão de 16 princípios ativos!), está longe de alcançar os níveis anteriores. O PAF é um importante programa de saúde que contribui para redução dos custos assistenciais da Cassi. A pseudo economia com o programa resultará em um aumento nos custos da Cassi. Essa, entre outras, foi uma medida implantada com os votos dos representantes do Grupo Mais, que hoje participam da administração da Cassi. Fica mais claro qual a importância de elegermos representantes comprometidos com os interesses dos associados, e não do banco”, lembrou Elisa Ferreira, representante da Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb SP/MS) na CEBB.

Outra medida que mostra a deterioração do atendimento ao associado foi a drástica redução da rede credenciada, que dificultou o acesso do associado aos serviços de saúde. “O mais absurdo dessa medida é que ela foi gestada na diretoria de um eleito, deixando mais uma vez claro o descompromisso com seus eleitores e demais associados”, completou Elisa.

FONTE: CONTRAF CUT



14 comentários:

Anônimo disse...

Sra. Rosalina
Parabéns por trazer essa matéria. Parabéns a essas senhoras que trouxeram a tona o que é compromisso eleitoral nesse País. E acho que ninguém está se importando com isso pois decorridas 48 hs sem nenhuma manifestação. Quanto ao desmantelamento da rede credenciada e a retirada de medicamentos soa proposital tais interesses. Deixam a rede credenciada esburacada e a Cassi não toma nenhuma atitude. Melhor assim. Que pegue ônibus e pague hotel e vá a capital se quiser. Ainda tem outras opções. Pagar uma garantia extendida ou procurar um atendimento particular.Mas é impressionante o que assistimos. É o meu dinheiro sendo usado em favor do Banco.

Miro disse...

Um aumento exorbitante nas mensalidades do CASSI FAMÍLIA e a consequente evasão de mais de 20.000 associados precedeu o advento do plano CASSI ESSENCIAL, com desonerações ao patrocinador. Enfim, tudo planejado. O que mais está sendo gestado nos bastidores para o dissabor da minha velhice com "qualidade de vida", conforme fora prometido quando do meu ingresso no BB?

Anônimo disse...

Hoje é dia da pessoa idosa. Num País que os trata com desdém e deboche tem valor se for da elite, senador ou deputado. Triste.

Trader anônimo disse...

A Vale é, na expressão do presidente da Previ, a cereja do bolo. Pois ela caiu de 120 para 75 reais a ação. Um tombo espetacular, baseado no preço do minério de ferro que desmoronou. [...] (colamos no blog do Dr. medeiros)

- Dr. Medeiros, colegas de chat,

Nossa abordagem é diferente. A nosso ver, as ações da Vale caíram para o preço acima mencionado e se acomodaram neste novo patamar. Isto significa que deve continuar a queda!

Neste sentido, sustentamos no Anexo "7" do "bolsafurada.blogspot.com" que o valor atual dos títulos de Vale é Zero. Adicionalmente, nos anexos "3" e "4" demonstramos que o "moderno capitalismo bursátil" equipara-se a uma pirâmide financeira, mesmo a uma conspiração. No Anexo "8" sustentamos que o "moderno capitalismo bursátil tende a deixar de existir. Na segunda parte do presente trabalho iremos apontar vários indícios de que o "moderno capitalismo bursátil" equipara-se a uma conspiração.

Por fim, mas não menos importante, gostaríamos de relembrar certo aforismo de autoria do grande Trader norte-americano, Warren Buffett:

Price is what you pay; value is what you get.

Trader anônimo

Anônimo disse...


Como falta compreensão e solidariedade entre nós! Atualmente existe uma minoria de colegas da ativa e aposentados com boa situação financeira porque o BB e a Previ mudaram muito.Mas essa minoria não entende a situação dos outros.Uns criticam aqueles que imploram por melhores condições e pedem socorro para o ES. Outros ficam esbanjando e espalhando para todos a sua fartura e ainda sugerindo que todos vivam como marajás como eles.Que mundo é esse!

Anônimo disse...

Amiga, pode nos informar como anda a ANAPLAB? Estamos preocupados pois o site ñ atualiza as mensalidades pagas e o Blog do Ari está congelado desde Maio. Soubemos do passamento do querido amigo Gilvan em junho p/p q era uma presença constante na nossa querida ANAPLAB. Pode nos informar o q está acontecendo? Podemos ajudar a nossa associação? Como vão ficar os nossos processos do 30%? Ajude-nos a entendermos.

Rosalina de Souza disse...

Caro Colega das 5:31,

Eu não faço parte mais da ANAPLAB, sou apenas associada, como todos os colegas, mas existe uma nota no site da ANAPLAB dizendo que estava sendo tomadas as medidas para o preenchimento do cargo que o nosso Querido Colega Gilvan Rebouças, veio a óbito, e com isso ficando sem esse ser notável dentro das finanças da nossa associação.

Creio que assim como em outros momentos de dificuldades, tudo passará, para que possa continuar as ações judiciais, e a vida da associação, que necessita da contribuição de cada um para que possa ser pagos os compromissos financeiros da mesma.

Nesse assunto não tenho muito a acrescentar, pois após o meu desligamento da Diretoria, pouco ou quase nada sei, a não ser os comunicados pelo próprio site da associação.

Trader anônimo disse...

Anexo “8”
[...] [...] [...]
Negativo, prezado Trader
anônimo. Ninguém aqui esta
dormindo. Sabemos muito bem
que a Bolsa de Valores é
semelhante a uma gangorra, ora
para cima, ora para baixo. É
preciso esperar que nossos
títulos voltem a subir para efetivar
qualquer venda de ativo. Vender
agora é efetivar prejuízo. Quanto
entramos na negociação já
sabíamos dos riscos que
corríamos. E bom cabrito não
berra; espera a sua vez... [...] [...]
[...]
ass: O Piramidal [...] [...] [...]
27 de setembro de 2021 16:01[...]
[...] [...] (blog do Dr. Medeiros) [...]
[...] [...]
- Dr. Medeiros, colegas de blog,
[...] [...] [...]
Permitam-nos contestar a
hipótese apresentada pelo
anônimo acima. [...] [...] [...]
Neste sentido, encontramos no
Anexo “7” publicado em
08/10/2021 do
“bolsafurada.blogspot.com” o
seguinte fragmento de texto: [...]
[...] [...]
[...] a literatura técnica sustenta
que “dois tipos de probabilidade
são habitualmente distinguidos:
probabilidades objetivas, que são
calculáveis à priori, e
probabilidades subjetivas, que
devem ser calculadas com base
nas crenças individuais.” (18) [...]
[...] [...] Entretanto, parece-nos
cristalino que tanto a conclusão
acima, quanto a conclusão da
“Análise Vale1”, bem como a
conclusão da “Análise Vale2”,
enquadram-se no conceito de
probabilidades objetivas.
Portanto, são probabilidades
conhecidas “à priori”, conforme
podemos constatar por meio da
leitura e interpretação dos
fragmentos de texto que
antecedem tal conclusão. Assim,
após tais conclusões e de outras
dispersas ao longo do presente
trabalho parece-nos que a
manutenção em carteira de títulos
de Vale, mormente de forma
contínua, é uma prática arriscada
e que pode trazer consequências
bem negativas para os titulares
de tais títulos. [...] [...] [...]
Assim, conforme sustentamos no
Anexo “7” do
“bolsafurada.blogspot.com” o
“valor intrínseco” dos títulos de
Vale atualmente (Agosto / 2021) é
0 (zero). Entretanto, esta não é
uma boa notícia para os
aplicadores financeiros que
mantêm em carteira tais títulos,
mormente de forma permanente.
[...] [...] [...]

(continua no Anexo “8” do
“bolsafurada.blogspot.com)

Trader anônimo disse...

- Pensionista Rosalina de souza, colegas de chat,

Permitam-nos continuar nossa
sustentação de ontem:

[...] Não obstante, parece-nos
lícito questionarmos: por que se o
valor intrínseco de Vale é 0 (Zero)
/ ação o preço de mercado desta
ação é de R$ 80 /ação,
atualmente (08/10/2021)?

[...] [...]
[...]

- Elementar meu caro WATSON:

[...] [...] [...]

“preço é o que você paga; valor é
o que você obtém”

[...] [...] [...]
Neste sentido, o “moderno capitalismo
bursátil” se equipara a uma entidade
social hierárquica e/ou um oligopólio.
No intuito de sustentarmos que o
moderno capitalismo bursátil se
equipara a uma entidade social
hierárquica encontramos na literatura
técnica o seguinte fragmento de texto:

[...] [...] [...]

[...] Mesmo que o valor fundamental e
o preço de mercado se refiram a
coisas diferentes, é mesmo tentador
compará-los na medida em que
ambos são avaliações de um mesmo
ativo. A este respeito, a observação
empírica demonstra inequivocamente
que as estimativas pessoais tendem a
se adaptar aos movimentos dos
preços. [...] Este é um fato importante,
pois mostra que o mercado é
instituição social hierárquica, não uma
mera justaposição de agentes que
negociam uns com os outros com
base em idéias e desejos formados
sem qualquer referência ao que
acontece no mercado. (18)

[...] [...] [...]

Prosseguindo em nossa abordagem,
uma importante recuperação
secundária teve por seu momento
inicial o mês de Fevereiro / 2016,
tanto para os títulos de Petrobras
quanto para os títulos de Vale.
Coincidência, ou não, tal recuperação
sugere-nos que o moderno
capitalismo bursátil se equipara a um
oligopólio, conforme sustentamos no
subitem anterior. [...] [...] [...]

Neste sentido, a seguir iremos
apresentar três indícios de que o
hodierno capitalismo bursátil brasileiro
se equipara a um oligopólio. Em
primeiro lugar, permite-nos sustentar
que o hodierno capitalismo bursátil
brasileiro se equipara a um oligopólio
a leitura dos seguintes fragmentos de
texto encontrados na Internet: [...] [...]
[...]

https://www.moneytimes.com.br/camacolhe-
pedido-da-petrobras-edissolve-
tribunal-de-acao-de-petros-eprevi/[...]
[...] [...]

https://www.cut.org.br/noticias/opreco-
do-golpe-petrobras-paga-r-10-
bilhoes-a-acionistas-norteamericanos-
151f/*[...] [...] [...]

*Contribuição do colega Miro
[...] [...] [...]

Assim, por meio da leitura e
interpretação dos dois sítios de
Internet, acima mencionados,
tomamos conhecimento que distintos
aplicadores financeiros obtiveram
diferentes resultados em tribunais do
Brasil e dos EUA, respectivamente.
Em outros termos, não nos parece
equivocado dizer: existem duas castas
de aplicadores financeiros no
moderno capitalismo bursátil: os de
dentro do oligopólio; e os de fora
deste. [...] [...] [...]

Trader anônimo disse...

Pensionista Rosalina de Souza, colegas de chat,

Permitam-nos terminar nossa
sustentação de ontem: (Anexo "8" do bolsafurada.blogspot.com)

Em segundo lugar, sugere-nos que o
moderno capitalismo bursátil brasileiro
se equipara a um oligopólio o
surgimento de longos períodos de alta
e baixa, respectivamente, que podem
ser visualizados nos gráficos de certos
títulos bursáteis listados na Bolsa de
Valores brasileira. O surgimento de
longos períodos de baixa e alta
sugere-nos que uma manipulação de
longo prazo esteve por trás da
evolução dos preços dos
mencionados títulos bursáteis.
Neste sentido, a simples visualização dos
gráficos “9” e “10”, antes
disponibilizados no presente subitem,
permite-nos comprovar tal afirmação.
Neste sentido, vimos no Gráfico “10”
que o preço de mercado dos títulos de
Vale encolheu 92% em dólares
norte-americanos no período
compreendido entre Jan / 2011 e Fev /
2016. [...] [...] [...]

Similarmente, podemos ver no Gráfico
“9” que o preço de mercado dos títulos
de Petrobras encolheu
aproximadamente 90% em dólares
norte-americanos no período
compreendido entre Jan / 2010 e Fev /
2016. [...] [...] [...]

Em terceiro lugar, sugere-nos que o
moderno capitalismo bursátil brasileiro
se equipara a um oligopólio certa
constatação a que chegamos no
presente subitem: o fato dos títulos de
Petrobras e Vale terem tido
valorizações desproporcionais, que
ultrapassaram em mais de 12 (doze)
vezes a valorização média dos demais
títulos da composição do índice
Ibovespa, num período de pelo menos
16 (dezesseis) anos, conforme antes
sustentamos. Assim, iremos
demonstrar no próximo subitem que
tais valorizações desproporcionais
beneficiam os detentores das ações
por meio de um misto de informações
privilegiadas e do uso de derivativos.
Em síntese, podemos dizer que de
maneira semelhante ao de um
oligopólio no qual o preço de mercado
não guarda nenhuma proporção com
o custo de produção, igualmente no
moderno capitalismo bursátil brasileiro
o preço de mercado dos títulos de
Petrobras e Vale não guarda
nenhuma correspondência com o
valor fundamental.

[...] [...] [...]
Em um mercado de commodities não-concorrencial,
onde um poder
oligopolista é exercido, como o do
petróleo com a OPEP, o fundamento
existe, mas não é o custo de
produção. É o preço que maximiza a
receita de longo prazo do oligopólio.
(34) [...] [...] [...]

Assim, o que maximiza a receita de
longo prazo dos oligopolistas dos
títulos de Vale e Petrobras são as
mais-valias (ganhos financeiros)obtidas pelos oligopolistas
dos mercados dos títulos de Petrobras
e Vale. [...] [...] [...]

TENDÊNCIA IRREVERSÍVEL de BAIXA da BOLSA BRASILEIRA disse...

Pensionista Rosalina de Souza, colegas de blog,

Publicamos recentemente no "bolsafurada.blogspot.com" anexos "5", "6", "7" e "8". Nos anexos "5" e "6" sustentamos que o moderno capitalismo bursatil se equipara a uma pirâmide financeira. Portanto, a Bolsa de Valores é uma instituição social que tende a deixar de existir. No Anexo "7" sustentamos que o valor intrínseco dos títulos de Petrobras atualmente é zero. No Anexo "8" sustentamos que o moderno capitalismo bursátil equipara-se a um tipo de oferta não-concorrencial com poder oligopolístico. Portanto, quanto + tempo os associados do Previ manterem em carteira títulos de Vale e Petrobras mais riquezas vão transferir para determinado capital financeiro.

Trader anônimo

TENDÊNCIA IRREVERSÍVEL de BAIXA da BOLSA BRASILEIRA disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
TENDÊNCIA IRREVERSÍVEL de BAIXA da BOLSA BRASILEIRA disse...

Errata : Petrobras e Vale

TENDÊNCIA IRREVERSÍVEL de BAIXA da BOLSA BRASILEIRA disse...

Pensionista Rosalina de Souza , colegas de blog,

Publicamos recentemente no "bolsafurada.blogspot.com" os anexos "5", "6", "7" e "8". Nos anexos "5" e "6" sustentamos que o moderno capitalismo bursatil se equipara a uma pirâmide financeira. Portanto, a Bolsa de Valores é uma instituição social que tende a deixar de existir. Neste sentido, toda pirâmide financeira tem um tempo de vida limitado.No Anexo "7" sustentamos que o valor intrínseco dos títulos de Petrobras e Vale atualmente (Agosto 2021) é zero. No Anexo "8" sustentamos que o moderno capitalismo bursátil equipara-se a um tipo de oferta não-concorrencial com poder oligopolístico. Tal observação, equipara-se a última peça na montagem de um enorme  quebra-cabeças. Iremos demonstrar, na segunda parte do presente trabalho, que quanto + tempo os associados do Previ mantiverem em carteira títulos de Vale e Petrobras mais riquezas  serão transferidas para determinado capital financeiro.

Trader anônimo