08 fevereiro 2019

EXPECTATIVA DE VIDA

É de causar tristeza e revolta o que ocorre hoje - como quase sempre, infelizmente - com a nossa PREVI. Vejam só o que os seus tecnocratas aprontaram desta vez com relação à "Tábua de Mortalidade", que mensura a necessidade das Reservas Matemáticas para o pagamento dos benefícios até o alento final do último assistido do Plano 1.

Graças aos cálculos complicados que só eles conhecem, descobriram que a expectativa de vida para os homens é de 86 anos e para as mulheres de 89 anos.

Alegremo-nos, colegas, pois pertencemos a uma casta especial de ricos, muito mais ricos do que os ricos do nosso querido Brasil. Se assim não for, o IBGE está totalmente equivocado ao apontar os moradores de um bairro nobre da capital paulista, onde vivem os mais ricos do País, com expectativa de vida de 79 anos, em estimativa divulgada recentemente.

Qual "tecnologia" os tecnocratas utilizaram para chegar a essa estimativa exagerada e absurda para tal expectativa de vida? É a pergunta que se faz, cuja resposta só conseguimos deduzir que seja apenas pelo desejo da PREVI de prejudicar cada vez mais os assistidos do Plano 1.

Senão, vejamos: para cada ano a mais em nossa expectativa de vida é preciso aportar mais de 4 bilhões de reais nas Reservas Matemáticas. Desta forma, como a estatística da PREVI com relação à do IBGE mostra uma diferença de 7 anos, isto significa que vamos precisar de mais de 28 bilhões de reais para suportar o ônus da Reserva Matemática.

A propósito, Reserva agora agravada em consequência do desastre da Vale em Brumadinho (MG), graças à incúria dos seus administradores e da qual a PREVI participa, fato que nos leva a projetar para o ano de 2021 o aumento de nossas contribuições a um patamar semelhante às dos Fundos de Pensão de outras estatais, que hoje contribuem com mais de 20% ao mês.

Como impedir isso? Só nos restam dois caminhos: ou a PREVI reverte esses cálculos arbitrários ou nos obrigaremos a buscar o amparo da Lei.

 Nereu João Lagos

Fonte:https://www.afabbpr.com.br/single-post/2019/02/06/EXPECTATIVA-DE-VIDA




13 janeiro 2019

RELACIONAMENTO, O ASSOCIADO CADA VEZ MAIS PERTO.


Três são os principais desafios enfrentados hoje pelos gestores de investimentos de entidades fechadas, como exemplo a nossa (Previ).

O primeiro ponto a desafiar a todos é a quase obrigatoriedade de diversificar as carteiras, dentro da ideia de se reduzir os riscos, alocar em diferentes segmentos e em ativos com alta liquidez, e que também faça o papel da rentabilidade desejada (META) INPC+5% a.a.

O segundo ponto envolve o risco de reinvestimento, com a confirmação do cenário de redução das taxas de juros, as entidades têm que analisar melhor que nunca esse aspecto, rever seus fluxos de caixa e, na medida do possível, adequar a carteira.

Terceiro ponto, é a educação financeira contínua: mais do que passar para os participantes conceitos de finanças, as entidades devem orientar seus participantes para um planejamento financeiro de longo prazo, esse processo deve ser permanente e ajudará os participantes na sua vida, no futuro e no desenvolvimento do próprio sistema.

Mas o que vemos é totalmente o contrário, a última revisão do Empréstimo Simples, que envolve diretamente as operações com participantes esta em apenas 3,05%, quando este volume poderia alcançar até o montante de 15%, prova que não somos objeto do planejamento Estratégico do nosso fundo de pensão, sabemos que o papel principal é focado na Diretoria de Seguridade, que já por diversas vezes mostrou-se contrária as mudanças que os donos do fundo de pensão, seus participantes, são a favor, claro que as propostas dos associados nunca são levados em conta, além desta diretoria fica claro e evidente, que as demais instâncias de decisão e fiscalização fazem vista grossa para esta questão, porque muitos foram os debates realizados com colegas que são formadores de opinião, já por diversas vezes concluíram ótimos trabalhos sobre o alongamento das prestações do Empréstimo Simples, até mesmo como reorganização da carteira e folga no bolso dos seus participantes e assistidos e mesmo assim nunca logramos êxito nos pedidos formulados, que sempre vem com contra argumentos sobre o FQM ( Fundo de Quitação por Morte) e assim tudo continua sem uma resposta concreta pelo nosso fundo de pensão e seus atuais gestores.

Na edição da revista de número 200, Novembro de 2018, página 14, comemoramos o resultado do plano 1 até outubro é de R$ 14,485 bilhões, onde se comemora o sucesso da gestão dos nossos ativos, com rentabilidade acumulada de 17,96%, frente a uma meta atuarial acumulada de 7,84%, e na mesma página fala-se sobre a revisão da tábua de mortalidade, voltando sempre a segurança dos nossos participantes, numa clara e evolutiva estratégia de que nós só somos importantes do ponto de vista atuário, mas nunca da vida que vivemos hoje, onde vamos ter uma correção dos nossos benefícios de 3,43372%,(INPC acumulado entre janeiro/dezembro,2018) e assim como sempre acontece, mesmo nossos benefícios sendo reajustado, o líquido que vamos receber a cada dia 20, fica menor, recebemos mais, mas em contra partida com os demais descontos do nosso contracheque, ficamos a cada ano, mais pobres em termos financeiros.

Nada que o mercado financeiro(aplicações da Previ) rende, nada que se aplique faz com que nossa vida, reverta em reajustes reais e adequados a nossa realidade, na verdade para a Previ e sua gestão hoje somos reduzidos apenas a números, se vivemos mais, somos problema, se morremos antes do tempo, viramos ganhos, redução com a pensão em 40% menor, quando o mesmo se quer tem dependente e a redução chega a casa dos 100%.

Nunca somos ouvidos, nunca que a parcela de representantes,(Associações e Sindicatos) são verdadeiramente favoráveis aos nossos pleitos, se quer temos voz ativa para propor tudo aquilo que pensamos ou desejamos falar, porque somos bombardeados com contra notificação, sendo imposto a verdadeira lei do silêncio, quem ousa a pensar diferente é tido como carta fora do baralho e assim, são poucos que ainda tem coragem de denunciar e cobrar verdadeiras soluções que traria socorro imediato aos nossos combalidos bolsos e nossas finanças.

Percebe-se ainda que os fundos de pensão estão cada vez mais comprometidos com o futuro e  não se trata apenas de garantir aos seus participantes uma aposentadoria tranquila, equilibrada atuarialmente e livre de sobressaltos financeiros, o que se vislumbra a partir de agora é um efetivo comprometimento com o dia, depois do amanhã, quando muitos de nós já não vamos estar vivos para participar da festa, do bolo, que com 100% de certeza vai estar apenas nas mãos de um único pensionista chamado BANCO DO BRASIL S/A, isto é se até ele mesmo existir até a chagada deste dia, porque com os avanços da tecnologia e as reais chances de o mesmo ser privatizado, faz com que toda esta poupança possa cair em outras mãos até o fim do PLANO1, quem viver verá, mas uma coisa é certa meus caros colegas, não adianta nós pensarmos em ajuda, em bondade, em mudanças porque estamos com um novo governo, nossa situação é real e sem ser pessimista é fato concreto que hoje não temos nada, nada que possa de fato mudar o pensamento da nossa PREVI( Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil) é notória, a esses gestores, não querem e nem deseja aproximação conosco, não nos leva a sério, as nossas reivindicações e ótimos argumentos que temos e assim somos sempre ignorados por qual seja a administração que passa pela nossa caixa, e que venha o futuro, com suas mudanças e evoluções, que venha resultados, que venha uma melhor sorte a todos nós, que nós tenhamos verdadeiramente uma assessoria previdenciária, educação financeira que leva em conta os nossos reais problemas vividos hoje, o futuro é sim muito importante, mas vivemos hoje, agora, temos o direito de ver nossas reclamações, pedidos ser atendidos hoje, porque o mercado que estamos inseridos já provou por diversas crises, que sobe e desce, aumenta e diminui, mas a carga pesada mesmo quem esta carregando é cada aposentado ou pensionista que tem sentido o seu mundo desabar a cada dia a mais de vida que o Senhor nos dá, então chegou a hora de parar com essa demagogia barata e partir para ações concretas, fatos e ações que resolve o nosso problema, que coloca dinheiro novo nos nossos bolsos, que reestrutura a qualidade de vidas de famílias inteiras, pessoas que trabalharam, deram um duro danado para chegar no final da vida e viver mendigando, implorando uma solução que esta no bico da caneta de gente que ganha bem, gente que vive outro mundo dentro do nosso mundo e que não lhe custa nada planejar e implantar essa tão sonhada ajuda que resolve o problema de mais da metade da população do plano1.

Quando o assunto é família, amor e proteção nunca são demais, mãos a obra senhores e senhoras dirigentes do maior fundo de pensão do BRASIL e da América Latina, chegou a hora de vocês realmente mostrar serviço aos verdadeiros donos do fundo.



05 janeiro 2019

ESTOU DE VOLTA COM O BLOG!

Distanciar-se do noticiário a fim de manter certa sanidade mental pode ser a escolha de algumas pessoas. Eu, por vezes, faço isso. Mesmo sabendo, das minhas responsabilidades, admito que, em vários momentos, procuro não acompanhar tudo que é noticiado. E isso não tem nada a ver com a qualidade do conteúdo informativo, tem a ver com minha busca pessoal por não me irritar com determinadas notícias, evitar perder a esperança no país e, principalmente, minha fé nas pessoas e olha que tem gente que faz de tudo para tirar a gente do sério, existe um anônimo, que Deus tem que ter, misericórdia dele, porque é um sujeito hipócrita e malicioso que gosta de pregar a contenda, ainda não sei porque frequenta este espaço, pois ele se sente superior em tudo.

Esse tipo de atitude não representa alienação. Também não significa ignorar os acontecimentos. Muito menos se trata de um desconhecimento do que está acontecendo. Trata-se apenas de uma escolha para não alimentar sentimentos negativos que podem fazer mal e principalmente porque a grande maioria das pessoas que aqui frequenta vive apenas do seu benefício previdenciário, que em muitos casos, é insuficiente para a manutenção da sua vida e da sua família.

Quando a gente acompanha o noticiário, é possível ver repetidas vezes o mesmo assunto. E abordado de diferentes maneiras, com inúmeros comentários e repercussões do fato, quando se trata da Cassi, da Previ e do Banco do Brasil S/A, cada um tem a sua própria opinião, são vários blogs e muitos comentários do que se está certo ou errado, ou da sua visão dos acontecimentos do momento em questão, e sem sombra de dúvida a cada ano nosso poder de compra é suprimido com os descontos que são agregados, diversos e tende somente a piorar com o tempo, vista que nossa correção esta longe das nossas necessidades reais.
De certa maneira, todo fato novo e importante no nosso mundo, produz efeito semelhante: ele é repercutido por horas, dias, até semanas, discutido de inúmeras maneiras, dependendo do acontecimento, pode fazer com que a gente fique pensando naquilo, se aborrecendo, se entristecendo e até brigando com pessoas em função de algo que a pessoa disse, ou de como reagiu, sempre vai existir pessoas capazes de produzir conteúdo para dizer que esta certo, se o seu ponto de vista é o mais importante, que a sua situação é melhor ou pior que a do seu semelhante e assim caminhamos sempre no mesmo vazio, não temos acertado o alvo, e temos deixado muito a desejar em vários pontos, principalmente no nosso mundo em particular.

Com frequência, as pessoas são passionais, tomam partido, as redes sociais, em função da lógica dos algoritmos, potencializou a repetição de temas e versões que se assemelham, por outro lado, promoveu o silenciamento da diversidade, isso faz com que o consumo de informação, ao invés de esclarecer, cegue as pessoas, elas só deseja ouvir o que as agrada, o que faz bem ao seu coração, detesta ser contrariado, detesta ver a sua tese sem contestada, acha sempre que é o senhor da razão e com isto tenta denegrir a imagem das pessoas de bem, as pessoas que busca o melhor pelo coletivo, sem se importar com os louros, simplesmente porque acredita no ser humano como ele é sem mascara sem viver escondido no anonimato para ter coragem de dizer o seu pensamento sombrio e cheio de ódio.

Por isso, certo distanciamento é produtivo: mantém a sanidade mental e a isenção para um julgamento mais equilibrado do que ocorre no cotidiano, torna-se possível pautar nossa vida sem a lente do exagero, da repetição enganosa e das inúmeras versões que, na prática, são apenas isso, versões.
Estou de volta a batalha, renovada, reuni toda a minha família mais uma vez, pude estar presente junto dos meus, com alegria, satisfação, coragem de enfrentar os desafios do futuro, já passei dos 70 anos, não sou mais uma mocinha, mas agora é viver sempre preparada para o dia da partida, o dia em que o Criador fizer a minha chamada quero estar de Corpo, Alma e Espirito pronto.

Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.

FRASE: Fernando Teixeira de Andrade





21 outubro 2018

Bancários de todo o país realizam Dia Nacional de Luta em defesa da Cassi

Atividade também é contra os descomissionamentos do Banco do Brasil

Bancários de todo o país realizaram, nesta quinta-feira (18), o Dia Nacional de Luta em defesa da Defesa da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi). Promovido pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), federações e sindicatos, o dia foi marcado por protestos em defesa da Cassi e contra os descomissionamentos do Banco do Brasil.
Leia também:
Com grande adesão de trabalhadores, os atos se concentraram em frente a várias agências do BB. Os funcionários cobraram a retomada da mesa de negociação com o banco.  
Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissaão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil, o objetivo a atividade também é esclarecer os funcionários sobre as propostas apresentadas pela Contraf-CUT e outras entidades. “Em várias bases já aconteceram descomissionamentos sem critérios claros e sem observar os ciclos avaliatórios de GDP. Precisamos alertar os funcionários da importância de denunciar os processos arbitrários de descomissionamento que vêm acontecendo”, disse.
Confira as atividades pelo Brasil:
Fonte: Contraf-CUT 

24 setembro 2018

A CASSI E OS APOSENTADOS, PENSIONISTAS NÃO VOTA!

Chegamos a uma situação extrema, não é mais possível ficar inerte, quando nossos direitos estão cada vez mais usurpados.

Estamos refém do SIM ou do Não, de um lado os Aposentados com o Direito a votar, apenas eles podem escolher e nós pensionistas vamos ter que engolir seja qual for o desejo das urnas, ganhando o "Sim", automaticamente vamos ter novos valores descontados para a Cassi, mesmo sabendo que daqui a pouco vamos ter novos desgastes a vista, pois a saúde nunca é inferior aos nossos reajustes, a saúde é sempre ajustada bem acima da inflação maquiada que tanto a Previ como o INSS nos garante todos os anos na reposição.

É cada vez mais claro a intenção do Banco do Brasil S/A de promover o desface lamento da nossa classe de Aposentados e Pensionistas, hoje chamados apenas de PÓS LABORAIS, aos poucos vão minando a nossa união, com isso nossas associações que a cada promoção do terror, divide para governar, para continuar com a sua estratégia para impor o seu desejo de se livrar dos compromissos com a saúde.

Agora não resta muitas alternativas, ou há um processo de injeção de dinheiro novo ou todos vamos perder com a atual situação, infelizmente é essa a visão que muitos prega, a de que temos que votar a qualquer custo, para salvar a Cassi da intervenção da  ANS- (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

Já as entidades do funcionalismo, em especial as Associações, tem que rever o seu papel fundamental na busca por soluções que venha de encontro aos anseios dos seus associados, aqueles que efetivamente são os que garante o seu funcionamento, com as contribuições vertidas todos os meses e sua razão de existir, muito pouco foi a oferta destas associações para defender o seu patrimônio, ou seja o seu associado.

Estamos vendo isso se repetir sempre, seja para a Previ seja para a Cassi, estamos vendo apenas muito barulho e pouca ação na hora de demostrar de que lado essas entidades estão se colocando de fato e de verdade, muitas estão literalmente em cima do muro, sem definição e sem realmente brigar por quem realmente demostra o lado mais fraco nós Aposentados e Pensionistas atacados nos nossos parcos benefícios Previdenciários.

Portanto agora o nosso apelo é para que os Aposentados da Previ e do Banco do Brasil S/A, venha exercer o seu pleno direito ao voto, seja ela para o "SIM" seja ele para o "NÃO", mas vote, não fique de fora desta, exerça o seu direito, busque neste momento não apenas olhar o seu bolso, a sua situação, mas o que for melhor para todos de uma maneira em geral, eu acredito que o Banco não faria esse bombardeio, aleatoriamente, até em meu celular recebi mensagem sobre a situação da Cassi, com certeza ainda existe solução antes da intervenção, o Banco não vai jogar a sua credibilidade em discussão, em cheque, apenas para provocar uma responsabilidade que é sua também, contra fatos não existe argumentos e todos nós no fundo sabemos que temos culpa nessa história por sempre acreditar que porque temos colegas eleitos estamos bem representados, e não fazemos a fiscalização e as denunciar que cabe a todos nós fazer, e depois só sabemos reclamar quando o leite já foi derramado.

E se caso eu fosse participar, o meu voto seria pelo NÃO, votaria contra essa proposta, não porque sou a favor do terrorismo barato, não, mas porque sei que existe muitas coisas sem explicação, desde quando colocaram em votação outras crises da Cassi, sempre com o mesmo discurso barato e sempre nos fazendo de idiotas úteis, sempre quando precisa de justificar uma manobra como foi em 2010 na distribuição do BET( Benefício Especial Temporário) eles lembra dos velhos Aposentados, para justificar o injustificável, e porque tem uma turma dentro do nosso PB-1 que são muito bons com as palavras, mas dai a partir para a ação deixa muito a desejar, sempre são os ditos salvadores da pátria e sem contar com os grupos fechado que no fundo são farinha do mesmo saco, a farinha esta pouca meu pirão primeiro, e assim continuamos a história de terrorismo barato, da falta de respeito com a opinião contrária e com os sempre salvadores posando de bons moços, daqueles que sabe tudo e no fundo nunca fez nada a não ser acrescentar alguns recursos a mais em seus bolsos, e depois somos nós o culpado da desgraça que se abateu sobre a CASSI.

Mas é do meu e do seu bolso que vem o MILAGRE PARA SOCORRER OS TANTOS DESEQUILÍBRIOS DO NOSSO PLANO DE SAÚDE.

EU SOU APOIADORA DO VOTO "NÃO" NESTA VOTAÇÃO PARA A CASSI.




Um não dito com convicção é melhor e mais importante que um sim dito meramente para agradar, ou, pior ainda, para evitar complicações.


FRASE DITA POR: MAHATMA GANDHI


03 setembro 2018

ANAPLAB - 600 INADIMPLENTES

Prezados Colegas,

Peço a gentil licença de todos para tecer alguns comentários, não na condição de dirigente da ANAPLAB, entidade que ajudei a fundar, entidade que tive a satisfação e a honra de exercer  uma das cadeiras do conselho fiscal.

Nós que estamos na labuta diária do mundo associativista da comunidade Banco do Brasil, por certo sabemos bem sobre as grandes ameaças que pairam sobre nossas entidades tão queridas e veio a público pelo nosso Presidente Senhor Ari Zanella, que nossa querida ANAPLAB esta com nada menos que 600 inadimplentes, após o fim do convênio com o Banco do Brasil S/A, por retaliação ao grande trabalho feito pela ANAPLAB, cujo o real motivo todos nós sabemos que é a atuação do BLOG DO PRESIDENTE ARI ZANELLA.

Redução de quadros de associados, porque muitos colegas acredita que os problemas junto ao judiciário é resolvido como mágica, como se as nossa entidade ( PREVI), não tivesse gastos nos últimos anos verdadeiras fortunas para como ela mesmo diz, contra atacar a indústria de ações judiciais contra o nosso fundo de pensão, inadimplência em ascensão, desligamentos por mortes ou voluntárias (ambas muito dolorosas), reduções de receitas, diga de passagem aqui registrado o valor de 12.000,00 divididos por 20,00, total de 600 inadimplentes, aumento de custos em especial os bancários e com pagamento do judiciário, falta de renovação dos quadros, ninguém deseja assumir as nossas entidades, com isso se cria os mesmos candidatos sempre em cada renovação, a cada período de Eleições, se cria sempre mais do mesmo, porque ninguém quer enfrentar a luta, e ainda aparece muitos colegas para CRITICAR, ATACAR e Produzir ataques pessoais aos que ainda luta pela nossa COMUNIDADE e principalmente dificuldades para obter novos dirigentes quando não há remuneração, todos são VOLUNTÁRIOS e por aí vai, tudo isso são espadas sobre as nossas cabeças, o tempo todo. 

Não da para me calar, diante de um quadro desses, acredito que muitos colegas, pode fazer a opção como fiz para pagar a nossa associação, pago através do depósito programado no Banco do Brasil, tipo MESADA, onde todos os meses são feitos os créditos para a ANAPLAB, e nem mesmo o BANCO DO BRASIL S/A através dos seus administradores, pode negar esta opção e escolha feita por mim, e mesmo quando eu não podia movimentar a minha conta corrente no Banco do Brasil porque o saldo era todo aprovisionado, sempre paguei através do Depósito Bancário e enviava o comprovante para o Gilvan Rebouças, que cuida da parte Financeira, para as devidas baixas, ou mesmo a conta de um Filho ou Neto, pode ser usado para esses débitos, o que não da para aceitar é o comodismo de muitos colegas que deseja mudanças, mas que não faz nem mesmo a sua parte, buscando fortalecer a nossa entidade.

Mesmo que a mensalidade fosse 100,00( Cem Reais) todos os meses eu pagaria, porque acredito nesse trabalho, porque sei da seriedade que é feito a condução dos trabalhos por todos, sei da capacidade de desenvolvimento dos quadros e do empenho de todos pela melhoria da nossa qualidade de vida, muitas conquistas foram implantadas, após essa atuação firme das pequenas associações, enquanto as gigantes só se preocupa com os seus próprios quadros e a renovação dos sempre e eternos candidatos, como um ciclo que se renova para o seu próprio bem estar, o que não acontece nas pequenas associações criadas e que atua diretamente no centro das questões, claro que existe muitos que nunca estão satisfeitos com nada e sempre vai ter os que estão em cima do muro, prontos a tecer críticas e julgar quem esta Dirigente, mas faz parte do ofício de quem luta pelo interesse de todos, ainda mais numa comunidade onde existe um turbilhão de desigualdades e falta de isonomia.

Vamos assumir a nossa responsabilidade e fazer a nossa parte, vamos achar o meio menos difícil para por essa situação em ordem, ninguém consegue elevar a qualidade dos serviços prestados com essa situação de inadimplência, é muito fácil criticar, jogar pedras, dizer que as ações judiciais são lentas e demoradas, mas temos que enfrentar essa questão de frente e com responsabilidades, para que todos possa ser atendidos da melhor forma possível, acredito na solidariedade de muitos colegas, que estando nesta situação de inadimplência, busque contato com a nossa ANAPLAB e faça o sua regularização junto ao departamento financeiro, busque alternativas para por a casa em ordem e sua consciência estar tranquila, não existe ninguém tão pobre que não possa tomar essa iniciativa, e aos demais, vamos buscar novos SÓCIOS, trazer ao menos mais um colega para a nossa associação, vamos fazer a nossa parte, cumprir com o nosso objetivo, sabemos que estamos vivendo em tempos de vaca magra, com muitos assuntos que nos diz respeito a baila, como Cassi e tantos outros, mas devemos também fazer a nossa parte em relação a nossa QUERIDA ASSOCIAÇÃO ANAPLAB, da qual tenho muito orgulho de ser uma das suas fundadoras.

Estou e continuo ausente do BLOG, temos que fazer uma auto reflexão sobre muitos assuntos da nossa vida, planejar melhor o nosso dia a dia, resolver velhas questões, produzir conteúdo saudável para que possamos viver em paz, sem ataques pessoais e correios a nossa porta todos os dias para trazer as notificações, e principalmente cuidar da nossa SALVAÇÃO, estamos na reta final das nossas vidas, momento que temos que mudar velhos conceitos e muitos erros que ao longo da nossa jornada são jogados aos nossos ombros.




Mensagem de CHICO XAVIER, já se vão 16 anos sem seus ESCRITOS:

A sua irritação não solucionará problema algum.

As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.

Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.

O seu mau humor não modifica a vida.

A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.

A sua tristeza não iluminará os caminhos.

O seu desânimo não edificará a ninguém.

As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade.

As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você.

Não estrague o seu dia. 

Aprenda a sabedoria divina, a desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre para o infinito bem.

Chico Xavier

Muita PAZ e Muita LUZ na vida de cada um dos meus colegas Aposentados ou Pensionistas, vamos continuar a nossa caminhada, vamos acreditar que tudo pode se renovar como o que acontece no mês de Setembro, mês das flores, das frutas, mês do retorno mesmo que tímido das chuvas, das floradas frutíferas do Caju, da Manga, do Pequi do Cerrado.    



25 julho 2018

Associados promovem ato na sede da Cassi em Brasília

Um ato em defesa da Caixa de Assistência, promovido pelo Sindicato dos Bancários de Brasília, pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT/CN) e pela Federação dos Bancários do Centro Norte (Fetec-CUT/CN) surpreendeu a diretoria da Cassi na manhã desta sexta-feira (20). A atividade aconteceu no dia em que os conselheiros eleitos e indicados apreciariam as propostas do BB que retiram direitos pelos associados. 
Em nome da Contraf-CUT, os diretores do sindicato entregaram um documento aos membros do Conselho Deliberativo para orientar e balizar a decisão acerca do aumento da coparticipação e da proposta do BB de revisão estatutária que implementa a CGPAR 23, que o movimento sindical está lutando para derrubar.  (Clique aqui para visualizar o documento) O documento resgata a decisão do Supremo Tribunal Federal que suspendeu, na segunda-feira (16), as novas regras da Agência Nacional da Saúde (ANS) sobre a elevação dos valores na coparticipação e franquia dos planos de saúde.
O Coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil, Wagner Nascimento, afirma que o documento entregue aos conselheiros da Cassi traz um chamamento à responsabilidade daquele conselho em aprovar temas contrários às decisões dos funcionários nos seus congressos representativos e também contra os debates nos diversos conselhos de usuários e associações de aposentados. “Precisamos unir nossas forças em achar soluções construídas com os associados e não apenas fabricadas nos gabinetes do BB, quebrando princípios históricos como o da solidariedade”, afirmou.
O secretário de Saúde da Fetec-CUT/CN, Wadson Boaventura, esclarece que a coparticipação como fator de arrecadação para o custeio da Cassi somente onera o associado, sem a participação da empresa. Diante disso e da decisão do STF, diz o dirigente, “na discussão desta sexta-feira do Conselho Deliberativo, queremos que o assunto seja retirado de pauta”.
“Vamos continuar na luta em defesa da Cassi, que é dos associados. Precisamos chegar a uma solução para a nossa Caixa de Assistência, e que não seja no afogadilho das horas. Que a gente possa ter uma discussão para que seja tomada a melhor decisão sobre a sustentabilidade do plano”, defende a diretora do sindicato e da Contraf-CUT Zezé Furtado.   
As proposições do BB para a Cassi visam, entre outras medidas, onerar somente o associado com a alteração do modelo de custeio sem a contrapartida do patrocinador. O aumento das despesas da Cassi, o fim do modelo de gestão paritária, a destruição do princípio de solidariedade e o fechamento do plano de associados também estão entre as propostas do banco. 
“Se aprovadas essas medidas, estarão sendo quebrados os princípios essenciais de existência da Cassi. Será a Cassi da exclusão. Não podemos permitir isso, pois compromete a vida de milhares de pessoas. Saúde não é mercadoria. É direito”, arrematou Martha Tramm, diretora do Sindicato, cobrando que a diretoria da Caixa de Assistência e do BB sentem-se com os representantes dos trabalhadores para encontrar uma solução negociada.


Fonte: Seeb Brasília editado pela Contraf-CUT

17 julho 2018

BB e seus prepostos mentem e aterrorizam associados

Banco e seus prepostos falseiam números e escondem dados para prejudicar associados e controlar a Cassi, com apoio de diretor e conselheiro eleitos.



Banco do Brasil e seus prepostos querem convencer os associados de que são eles os culpados pela situação financeira da Cassi e que, por isso, devem aceitar passivamente aumentos de contribuição e cortes de direitos. Com apoio do diretor de Saúde e Rede de Atendimento, Luiz Satoru, e de Sergio Faraco, presidente eleito do Conselho Deliberativo, escondem dados e conclusões da Consultoria Accenture, comparações com o mercado de saúde e “esquecem” a evolução das despesas e das contribuições dos funcionários.
“O BB esconde que a sua real intenção é repassar a conta para os associados, excluir aposentados do plano de saúde e criar novo plano com direitos reduzidos, destinado aos futuros funcionários”, criticou o secretário de Assuntos Jurídicos do Sindicato, João Fukunaga. “Estas medidas podem inviabilizar o Plano de Associados, pois sem a entrada de funcionários mais jovens e que utilizam menos os serviços da Cassi, as despesas per capita aumentarão progressivamente, tornando o plano mais caro”, explicou.

Cassi não dá prejuízo e custa menos para o BB

O discurso de que a Cassi está dando “prejuízo” é falacioso. A palavra “prejuízo” é utilizada de forma mal-intencionada, para dar a entender que a Cassi está perdendo dinheiro. Isto não é verdade: a Cassi está deficitária porque as receitas não cobrem as despesas. O problema de todo plano de saúde é que as despesas crescem mais que as receitas, mas na Cassi as contribuições e despesas crescem menos que no mercado de saúde.
Na tabela abaixo constam dados retirados dos relatórios anuais da Cassi e de outras fontes. As contribuições normais dos associados (e do BB) aumentaram mais que a inflação, graças aos aumentos reais de salários conseguidos pela ação sindical. As despesas com assistência médico-hospitalar cresceram muito mais, devido às exigências dos prestadores de serviço credenciados. No entanto, as despesas da Cassi cresceram bem menos que o custo do mercado de saúde e as contribuições aumentaram menos que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) autorizou para os planos de saúde.
“Os associados da Cassi não são o problema, mas a solução. O banco é o responsável por garantir assistência à saúde de seus funcionários, por força do estatuto da Cassi. Se for contratar outro plano, o BB pagará mais! Conforme concluiu a própria consultoria Accenture, a Cassi custa até 42% menos para o banco que um plano de mercado e oferece cobertura maior, graças ao modelo de governança que tem a participação efetiva dos associados. A diretoria da Cassi, a mando do banco, escondeu de propósito este dado do relatório divulgado parcialmente no site da entidade”, afirmou Fukunaga.

BB e seus prepostos arrogantes querem derrotar associados

A prepotência e a arrogância da direção do banco e de seus prepostos na Cassi são impressionantes. Desde que o banco conseguiu eleger uma chapa fiel aos interesses patronais e passou a contar com três votos na diretoria e cinco no conselho deliberativo, abandonou a mesa de negociações e passou a jogar a culpa da situação financeira da Cassi nas costas dos associados.

Os dois eleitos fiéis ao banco adotaram o discurso patronal e já estão sendo questionados em seu autoritarismo inclusive pelos seus apoiadores. Defendem cobrança por dependente, voto de minerva a favor do banco, e aumentos maiores para os aposentados, justamente aqueles que votaram majoritariamente nos candidatos que agora os traem. 

REAJUSTES PERCENTUAIS DE 2011 A 2017.

DESPESAS DO PLANO DE ASSOCIADOS CASSI 88,2%

CONTRIBUIÇÕES DOS ASSOCIADOS (E DO BB) 60.8%

INPC IBGE (INFLAÇÃO E REAJUSTE DOS APOSENTADOS PREVI) 52,9%

REAJUSTE SALARIAL ATIVOS( ACORDO COLETIVO,EXCETO PISO) 67,6%

AUMENTO AUTORIZADO PELA ANS PARA PLANOS DE SAÚDE.103,5%

VARIAÇÃO DO CUSTO MÉDICO-HOSPITALAR(VCMH) (*) 189,1%

(*) O VCMH É A VARIAÇÃO DE PREÇOS DE MERCADO DE SAÚDE BRASILEIRO MEDIDA PELO INSTITUTO DE ESTUDOS DA SAÚDE SUPLEMENTAR PARA 2017 CONSIDERAMOS 15%.

FONTE:http://spbancarios.com.br/07/2018/bb-e-seus-prepostos-mentem-e-aterrorizam-associados