24 setembro 2018

A CASSI E OS APOSENTADOS, PENSIONISTAS NÃO VOTA!

Chegamos a uma situação extrema, não é mais possível ficar inerte, quando nossos direitos estão cada vez mais usurpados.

Estamos refém do SIM ou do Não, de um lado os Aposentados com o Direito a votar, apenas eles podem escolher e nós pensionistas vamos ter que engolir seja qual for o desejo das urnas, ganhando o "Sim", automaticamente vamos ter novos valores descontados para a Cassi, mesmo sabendo que daqui a pouco vamos ter novos desgastes a vista, pois a saúde nunca é inferior aos nossos reajustes, a saúde é sempre ajustada bem acima da inflação maquiada que tanto a Previ como o INSS nos garante todos os anos na reposição.

É cada vez mais claro a intenção do Banco do Brasil S/A de promover o desface lamento da nossa classe de Aposentados e Pensionistas, hoje chamados apenas de PÓS LABORAIS, aos poucos vão minando a nossa união, com isso nossas associações que a cada promoção do terror, divide para governar, para continuar com a sua estratégia para impor o seu desejo de se livrar dos compromissos com a saúde.

Agora não resta muitas alternativas, ou há um processo de injeção de dinheiro novo ou todos vamos perder com a atual situação, infelizmente é essa a visão que muitos prega, a de que temos que votar a qualquer custo, para salvar a Cassi da intervenção da  ANS- (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

Já as entidades do funcionalismo, em especial as Associações, tem que rever o seu papel fundamental na busca por soluções que venha de encontro aos anseios dos seus associados, aqueles que efetivamente são os que garante o seu funcionamento, com as contribuições vertidas todos os meses e sua razão de existir, muito pouco foi a oferta destas associações para defender o seu patrimônio, ou seja o seu associado.

Estamos vendo isso se repetir sempre, seja para a Previ seja para a Cassi, estamos vendo apenas muito barulho e pouca ação na hora de demostrar de que lado essas entidades estão se colocando de fato e de verdade, muitas estão literalmente em cima do muro, sem definição e sem realmente brigar por quem realmente demostra o lado mais fraco nós Aposentados e Pensionistas atacados nos nossos parcos benefícios Previdenciários.

Portanto agora o nosso apelo é para que os Aposentados da Previ e do Banco do Brasil S/A, venha exercer o seu pleno direito ao voto, seja ela para o "SIM" seja ele para o "NÃO", mas vote, não fique de fora desta, exerça o seu direito, busque neste momento não apenas olhar o seu bolso, a sua situação, mas o que for melhor para todos de uma maneira em geral, eu acredito que o Banco não faria esse bombardeio, aleatoriamente, até em meu celular recebi mensagem sobre a situação da Cassi, com certeza ainda existe solução antes da intervenção, o Banco não vai jogar a sua credibilidade em discussão, em cheque, apenas para provocar uma responsabilidade que é sua também, contra fatos não existe argumentos e todos nós no fundo sabemos que temos culpa nessa história por sempre acreditar que porque temos colegas eleitos estamos bem representados, e não fazemos a fiscalização e as denunciar que cabe a todos nós fazer, e depois só sabemos reclamar quando o leite já foi derramado.

E se caso eu fosse participar, o meu voto seria pelo NÃO, votaria contra essa proposta, não porque sou a favor do terrorismo barato, não, mas porque sei que existe muitas coisas sem explicação, desde quando colocaram em votação outras crises da Cassi, sempre com o mesmo discurso barato e sempre nos fazendo de idiotas úteis, sempre quando precisa de justificar uma manobra como foi em 2010 na distribuição do BET( Benefício Especial Temporário) eles lembra dos velhos Aposentados, para justificar o injustificável, e porque tem uma turma dentro do nosso PB-1 que são muito bons com as palavras, mas dai a partir para a ação deixa muito a desejar, sempre são os ditos salvadores da pátria e sem contar com os grupos fechado que no fundo são farinha do mesmo saco, a farinha esta pouca meu pirão primeiro, e assim continuamos a história de terrorismo barato, da falta de respeito com a opinião contrária e com os sempre salvadores posando de bons moços, daqueles que sabe tudo e no fundo nunca fez nada a não ser acrescentar alguns recursos a mais em seus bolsos, e depois somos nós o culpado da desgraça que se abateu sobre a CASSI.

Mas é do meu e do seu bolso que vem o MILAGRE PARA SOCORRER OS TANTOS DESEQUILÍBRIOS DO NOSSO PLANO DE SAÚDE.

EU SOU APOIADORA DO VOTO "NÃO" NESTA VOTAÇÃO PARA A CASSI.




Um não dito com convicção é melhor e mais importante que um sim dito meramente para agradar, ou, pior ainda, para evitar complicações.


FRASE DITA POR: MAHATMA GANDHI


03 setembro 2018

ANAPLAB - 600 INADIMPLENTES

Prezados Colegas,

Peço a gentil licença de todos para tecer alguns comentários, não na condição de dirigente da ANAPLAB, entidade que ajudei a fundar, entidade que tive a satisfação e a honra de exercer  uma das cadeiras do conselho fiscal.

Nós que estamos na labuta diária do mundo associativista da comunidade Banco do Brasil, por certo sabemos bem sobre as grandes ameaças que pairam sobre nossas entidades tão queridas e veio a público pelo nosso Presidente Senhor Ari Zanella, que nossa querida ANAPLAB esta com nada menos que 600 inadimplentes, após o fim do convênio com o Banco do Brasil S/A, por retaliação ao grande trabalho feito pela ANAPLAB, cujo o real motivo todos nós sabemos que é a atuação do BLOG DO PRESIDENTE ARI ZANELLA.

Redução de quadros de associados, porque muitos colegas acredita que os problemas junto ao judiciário é resolvido como mágica, como se as nossa entidade ( PREVI), não tivesse gastos nos últimos anos verdadeiras fortunas para como ela mesmo diz, contra atacar a indústria de ações judiciais contra o nosso fundo de pensão, inadimplência em ascensão, desligamentos por mortes ou voluntárias (ambas muito dolorosas), reduções de receitas, diga de passagem aqui registrado o valor de 12.000,00 divididos por 20,00, total de 600 inadimplentes, aumento de custos em especial os bancários e com pagamento do judiciário, falta de renovação dos quadros, ninguém deseja assumir as nossas entidades, com isso se cria os mesmos candidatos sempre em cada renovação, a cada período de Eleições, se cria sempre mais do mesmo, porque ninguém quer enfrentar a luta, e ainda aparece muitos colegas para CRITICAR, ATACAR e Produzir ataques pessoais aos que ainda luta pela nossa COMUNIDADE e principalmente dificuldades para obter novos dirigentes quando não há remuneração, todos são VOLUNTÁRIOS e por aí vai, tudo isso são espadas sobre as nossas cabeças, o tempo todo. 

Não da para me calar, diante de um quadro desses, acredito que muitos colegas, pode fazer a opção como fiz para pagar a nossa associação, pago através do depósito programado no Banco do Brasil, tipo MESADA, onde todos os meses são feitos os créditos para a ANAPLAB, e nem mesmo o BANCO DO BRASIL S/A através dos seus administradores, pode negar esta opção e escolha feita por mim, e mesmo quando eu não podia movimentar a minha conta corrente no Banco do Brasil porque o saldo era todo aprovisionado, sempre paguei através do Depósito Bancário e enviava o comprovante para o Gilvan Rebouças, que cuida da parte Financeira, para as devidas baixas, ou mesmo a conta de um Filho ou Neto, pode ser usado para esses débitos, o que não da para aceitar é o comodismo de muitos colegas que deseja mudanças, mas que não faz nem mesmo a sua parte, buscando fortalecer a nossa entidade.

Mesmo que a mensalidade fosse 100,00( Cem Reais) todos os meses eu pagaria, porque acredito nesse trabalho, porque sei da seriedade que é feito a condução dos trabalhos por todos, sei da capacidade de desenvolvimento dos quadros e do empenho de todos pela melhoria da nossa qualidade de vida, muitas conquistas foram implantadas, após essa atuação firme das pequenas associações, enquanto as gigantes só se preocupa com os seus próprios quadros e a renovação dos sempre e eternos candidatos, como um ciclo que se renova para o seu próprio bem estar, o que não acontece nas pequenas associações criadas e que atua diretamente no centro das questões, claro que existe muitos que nunca estão satisfeitos com nada e sempre vai ter os que estão em cima do muro, prontos a tecer críticas e julgar quem esta Dirigente, mas faz parte do ofício de quem luta pelo interesse de todos, ainda mais numa comunidade onde existe um turbilhão de desigualdades e falta de isonomia.

Vamos assumir a nossa responsabilidade e fazer a nossa parte, vamos achar o meio menos difícil para por essa situação em ordem, ninguém consegue elevar a qualidade dos serviços prestados com essa situação de inadimplência, é muito fácil criticar, jogar pedras, dizer que as ações judiciais são lentas e demoradas, mas temos que enfrentar essa questão de frente e com responsabilidades, para que todos possa ser atendidos da melhor forma possível, acredito na solidariedade de muitos colegas, que estando nesta situação de inadimplência, busque contato com a nossa ANAPLAB e faça o sua regularização junto ao departamento financeiro, busque alternativas para por a casa em ordem e sua consciência estar tranquila, não existe ninguém tão pobre que não possa tomar essa iniciativa, e aos demais, vamos buscar novos SÓCIOS, trazer ao menos mais um colega para a nossa associação, vamos fazer a nossa parte, cumprir com o nosso objetivo, sabemos que estamos vivendo em tempos de vaca magra, com muitos assuntos que nos diz respeito a baila, como Cassi e tantos outros, mas devemos também fazer a nossa parte em relação a nossa QUERIDA ASSOCIAÇÃO ANAPLAB, da qual tenho muito orgulho de ser uma das suas fundadoras.

Estou e continuo ausente do BLOG, temos que fazer uma auto reflexão sobre muitos assuntos da nossa vida, planejar melhor o nosso dia a dia, resolver velhas questões, produzir conteúdo saudável para que possamos viver em paz, sem ataques pessoais e correios a nossa porta todos os dias para trazer as notificações, e principalmente cuidar da nossa SALVAÇÃO, estamos na reta final das nossas vidas, momento que temos que mudar velhos conceitos e muitos erros que ao longo da nossa jornada são jogados aos nossos ombros.




Mensagem de CHICO XAVIER, já se vão 16 anos sem seus ESCRITOS:

A sua irritação não solucionará problema algum.

As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.

Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.

O seu mau humor não modifica a vida.

A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.

A sua tristeza não iluminará os caminhos.

O seu desânimo não edificará a ninguém.

As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade.

As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você.

Não estrague o seu dia. 

Aprenda a sabedoria divina, a desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre para o infinito bem.

Chico Xavier

Muita PAZ e Muita LUZ na vida de cada um dos meus colegas Aposentados ou Pensionistas, vamos continuar a nossa caminhada, vamos acreditar que tudo pode se renovar como o que acontece no mês de Setembro, mês das flores, das frutas, mês do retorno mesmo que tímido das chuvas, das floradas frutíferas do Caju, da Manga, do Pequi do Cerrado.    



25 julho 2018

Associados promovem ato na sede da Cassi em Brasília

Um ato em defesa da Caixa de Assistência, promovido pelo Sindicato dos Bancários de Brasília, pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT/CN) e pela Federação dos Bancários do Centro Norte (Fetec-CUT/CN) surpreendeu a diretoria da Cassi na manhã desta sexta-feira (20). A atividade aconteceu no dia em que os conselheiros eleitos e indicados apreciariam as propostas do BB que retiram direitos pelos associados. 
Em nome da Contraf-CUT, os diretores do sindicato entregaram um documento aos membros do Conselho Deliberativo para orientar e balizar a decisão acerca do aumento da coparticipação e da proposta do BB de revisão estatutária que implementa a CGPAR 23, que o movimento sindical está lutando para derrubar.  (Clique aqui para visualizar o documento) O documento resgata a decisão do Supremo Tribunal Federal que suspendeu, na segunda-feira (16), as novas regras da Agência Nacional da Saúde (ANS) sobre a elevação dos valores na coparticipação e franquia dos planos de saúde.
O Coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil, Wagner Nascimento, afirma que o documento entregue aos conselheiros da Cassi traz um chamamento à responsabilidade daquele conselho em aprovar temas contrários às decisões dos funcionários nos seus congressos representativos e também contra os debates nos diversos conselhos de usuários e associações de aposentados. “Precisamos unir nossas forças em achar soluções construídas com os associados e não apenas fabricadas nos gabinetes do BB, quebrando princípios históricos como o da solidariedade”, afirmou.
O secretário de Saúde da Fetec-CUT/CN, Wadson Boaventura, esclarece que a coparticipação como fator de arrecadação para o custeio da Cassi somente onera o associado, sem a participação da empresa. Diante disso e da decisão do STF, diz o dirigente, “na discussão desta sexta-feira do Conselho Deliberativo, queremos que o assunto seja retirado de pauta”.
“Vamos continuar na luta em defesa da Cassi, que é dos associados. Precisamos chegar a uma solução para a nossa Caixa de Assistência, e que não seja no afogadilho das horas. Que a gente possa ter uma discussão para que seja tomada a melhor decisão sobre a sustentabilidade do plano”, defende a diretora do sindicato e da Contraf-CUT Zezé Furtado.   
As proposições do BB para a Cassi visam, entre outras medidas, onerar somente o associado com a alteração do modelo de custeio sem a contrapartida do patrocinador. O aumento das despesas da Cassi, o fim do modelo de gestão paritária, a destruição do princípio de solidariedade e o fechamento do plano de associados também estão entre as propostas do banco. 
“Se aprovadas essas medidas, estarão sendo quebrados os princípios essenciais de existência da Cassi. Será a Cassi da exclusão. Não podemos permitir isso, pois compromete a vida de milhares de pessoas. Saúde não é mercadoria. É direito”, arrematou Martha Tramm, diretora do Sindicato, cobrando que a diretoria da Caixa de Assistência e do BB sentem-se com os representantes dos trabalhadores para encontrar uma solução negociada.


Fonte: Seeb Brasília editado pela Contraf-CUT

17 julho 2018

BB e seus prepostos mentem e aterrorizam associados

Banco e seus prepostos falseiam números e escondem dados para prejudicar associados e controlar a Cassi, com apoio de diretor e conselheiro eleitos.



Banco do Brasil e seus prepostos querem convencer os associados de que são eles os culpados pela situação financeira da Cassi e que, por isso, devem aceitar passivamente aumentos de contribuição e cortes de direitos. Com apoio do diretor de Saúde e Rede de Atendimento, Luiz Satoru, e de Sergio Faraco, presidente eleito do Conselho Deliberativo, escondem dados e conclusões da Consultoria Accenture, comparações com o mercado de saúde e “esquecem” a evolução das despesas e das contribuições dos funcionários.
“O BB esconde que a sua real intenção é repassar a conta para os associados, excluir aposentados do plano de saúde e criar novo plano com direitos reduzidos, destinado aos futuros funcionários”, criticou o secretário de Assuntos Jurídicos do Sindicato, João Fukunaga. “Estas medidas podem inviabilizar o Plano de Associados, pois sem a entrada de funcionários mais jovens e que utilizam menos os serviços da Cassi, as despesas per capita aumentarão progressivamente, tornando o plano mais caro”, explicou.

Cassi não dá prejuízo e custa menos para o BB

O discurso de que a Cassi está dando “prejuízo” é falacioso. A palavra “prejuízo” é utilizada de forma mal-intencionada, para dar a entender que a Cassi está perdendo dinheiro. Isto não é verdade: a Cassi está deficitária porque as receitas não cobrem as despesas. O problema de todo plano de saúde é que as despesas crescem mais que as receitas, mas na Cassi as contribuições e despesas crescem menos que no mercado de saúde.
Na tabela abaixo constam dados retirados dos relatórios anuais da Cassi e de outras fontes. As contribuições normais dos associados (e do BB) aumentaram mais que a inflação, graças aos aumentos reais de salários conseguidos pela ação sindical. As despesas com assistência médico-hospitalar cresceram muito mais, devido às exigências dos prestadores de serviço credenciados. No entanto, as despesas da Cassi cresceram bem menos que o custo do mercado de saúde e as contribuições aumentaram menos que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) autorizou para os planos de saúde.
“Os associados da Cassi não são o problema, mas a solução. O banco é o responsável por garantir assistência à saúde de seus funcionários, por força do estatuto da Cassi. Se for contratar outro plano, o BB pagará mais! Conforme concluiu a própria consultoria Accenture, a Cassi custa até 42% menos para o banco que um plano de mercado e oferece cobertura maior, graças ao modelo de governança que tem a participação efetiva dos associados. A diretoria da Cassi, a mando do banco, escondeu de propósito este dado do relatório divulgado parcialmente no site da entidade”, afirmou Fukunaga.

BB e seus prepostos arrogantes querem derrotar associados

A prepotência e a arrogância da direção do banco e de seus prepostos na Cassi são impressionantes. Desde que o banco conseguiu eleger uma chapa fiel aos interesses patronais e passou a contar com três votos na diretoria e cinco no conselho deliberativo, abandonou a mesa de negociações e passou a jogar a culpa da situação financeira da Cassi nas costas dos associados.

Os dois eleitos fiéis ao banco adotaram o discurso patronal e já estão sendo questionados em seu autoritarismo inclusive pelos seus apoiadores. Defendem cobrança por dependente, voto de minerva a favor do banco, e aumentos maiores para os aposentados, justamente aqueles que votaram majoritariamente nos candidatos que agora os traem. 

REAJUSTES PERCENTUAIS DE 2011 A 2017.

DESPESAS DO PLANO DE ASSOCIADOS CASSI 88,2%

CONTRIBUIÇÕES DOS ASSOCIADOS (E DO BB) 60.8%

INPC IBGE (INFLAÇÃO E REAJUSTE DOS APOSENTADOS PREVI) 52,9%

REAJUSTE SALARIAL ATIVOS( ACORDO COLETIVO,EXCETO PISO) 67,6%

AUMENTO AUTORIZADO PELA ANS PARA PLANOS DE SAÚDE.103,5%

VARIAÇÃO DO CUSTO MÉDICO-HOSPITALAR(VCMH) (*) 189,1%

(*) O VCMH É A VARIAÇÃO DE PREÇOS DE MERCADO DE SAÚDE BRASILEIRO MEDIDA PELO INSTITUTO DE ESTUDOS DA SAÚDE SUPLEMENTAR PARA 2017 CONSIDERAMOS 15%.

FONTE:http://spbancarios.com.br/07/2018/bb-e-seus-prepostos-mentem-e-aterrorizam-associados

11 julho 2018

O SEU BENEFÍCIO, DIANTE DA REALIDADE DA CASSI.

É senso comum, os rendimentos dos Ativos do Banco do Brasil S/A e dos Aposentados e Pensionistas da Previ, são insuficientes para a manutenção do nosso plano de saúde CASSI.

Mas você tem ideia de quanto o seu salário ou benefício é próximo ou distante em relação ao compromisso firmado pelo Banco do Brasil em contrato de trabalho para a manutenção da nossa saúde, pois bem o fato é que a Cassi, sempre foi muito mau administrada, a maior prova disso foi que nossas reservas se evaporou, se os custos da saúde só faz aumentar, na contra mão nossos benefícios só fez cair o seu valor ao longo do tempo, com mudanças de índices sempre maquiados pelo governo de plantão, vemos nossa situação piorar em todos os sentidos, desde a rede de atendimento, até mesmo com os programas oferecidos pela Cassi e com o alto custo para manter essa engrenagem funcionando.

ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), órgão responsável por regular os planos de saúde no país, como as demais agências de regulação, são usadas de forma a atender interesses políticos e também de diretores da agência diretamente ligados ao Ministério da Saúde.

Os médicos reclamam do excesso de trabalho e da remuneração ruim.

A CASSI se queixam de que a receita não é suficiente para pagar os altos custos de saúde, LEMBRE-SE que já foram aprovados vários aumentos de receita, pagamento sobre o décimo terceiro salário, agora o último acordo para aumentar 1% até 2019, se quer foi suficiente para restaurar ou manter o sistema funcionando, será que houve mesmo planejamento, e as nossas entidades, o que dizer delas, quando se trata de negociar algo em favor da nossa classe, de Aposentados e Pensionistas, usuários da Cassi ?

Os hospitais reclamam que o governo e os planos pagam pouco, a indústria farmacêutica afirma que os medicamentos custam bilhões e que, se não podem cobrar preços altos, não podem pesquisar.

Enfim, alguém está ganhando nesse sistema e nós sabemos que, infelizmente, não é o paciente. Quem é, então?

Desde que me tornei pensionista no ano de 2001, ou mesmo antes, quando era dependente do meu falecido marido, sempre usei o plano de saúde moderadamente, se fizer um levantamento entre receita e despesas, sou superavitária na Cassi, PAGUEI MAIS DO QUE GASTEI, e quantos também são superavitários, enquanto outros colegas claro gasta mais com seus males e suas doenças, não estamos medindo aqui quem gasta mais ou menos, porque nosso plano sempre foi solidário, mas chega um momento que todos vão ter que pagar essa conta, eu não concordo de ouvir falar de um plano quebrado sustentando luxo, como vejo nas Clinicassis, são pontos de atendimento luxuosos para quem se diz quebrado e nossos gestores nunca faz nada para por a Cassi no ponto de equilíbrio, e assim continua de tempos em tempos os aumentos necessários para a manutenção das portas abertas.

No acordo de 2010, para o recebimento do BET(BENEFÍCIO ESPECIAL TEMPORÁRIO), que rendeu aos cofres da Cassi mais receita EXTRA, e onde o BB GULOSO recebeu via resolução CGPC-26 recursos da ordem de 7.5 bilhões, esse mesmo BB GULOSO podia ser mais humano com a saúde dos seus Aposentados, Pensionistas e Ativos, para manter a Cassi com as portas abertas, sem transferir a sua responsabilidade as combalidas finanças dos usuários da Cassi, que ele mesmo obrigou a filiação no momento da contratação.

Agora que a coisa esta muito mau mesmo, todos são a favor de qualquer proposta, de qualquer aumento, usa como base a consultoria que diagnosticou os problemas da Cassi, e todos nós somos obrigados a engolir o que vier, e como vier, PENSIONISTA se quer tem o direito de votar em qualquer coisa na CASSI portanto vamos ter que engolir o que vier e como vier, se quiser continuar usando esse plano de saúde que já provou não ter compacidade e competência para se auto manter ativo, seja porque as receitas são menores que as despesas, seja por mau gestão administrativa e financeira, seja por gastos em programas que não resultou em benefício aos usuários, enfim todos somos conscientes que onde se gasta mais que se arrecada, uma hora a conta não fecha mais e algo precisa ser de fato feito para solucionar a questão.

Pode até se levar em conta o argumento de que é um dos planos mais baratos do mercado, e eu concordo que é mesmo um dos mais baratos, mas não adianta a cada 02 anos propor alguma coisa que daqui a pouco esta necessitando de novas reformas, e sempre buscando recursos dentro dos nossos bolsos, para manter o padrão, com o avanço da tecnologia e o emprego dos bancários em extinção, e as mudanças do edital de contratação, leva a crer que o desmonte da Cassi com novos aportes ou não é certo, questão de prazo e governo de plantão, o BANCO DO BRASIL S/A, provou e prova que não cumpre os seus compromissos com a saúde, e de fato nunca se preocupou com suas caixas de previdência e saúde, uma só serve como subsidiária para arrancar recursos via acordos como o da resolução CGPC 26 e a outra decretou a sua falência antecipadamente, porque se chegamos na atual situação dentro da Cassi a culpa não é dos usuários que paga tudo em dias via descontos direto na folha de pagamento, e sim pelo descaso com o plano de um modo em geral.

Agora uma solução INDOLOR não é mais possível, vamos ter que pagar a conta, querendo ou não, se tem culpados ou não, temos que pagar essa conta, e que ela possa vir o mais rápido possível, e que se crie logo as condições para a volta da normalidade, e tudo possa daqui para frente ser melhor tratado, a começar pelo próprio plano de saúde ao qual fazemos parte e dele somos dependentes.

“Lembrando que o acordo assinado, válido até 2019, nunca foi tratado como solução definitiva para a Cassi, e sim para evitar justamente a desresponsabilização do BANCO DO BRASIL S/A com a aposentadoria, a intervenção da Agência Nacional de Saúde (ANS), e como uma forma de pensar conjuntamente soluções mais perenes para nossa caixa de saúde”.

04 julho 2018

Gueitiro Genso se despede da Previ

Presidente foi indicado para assumir vice-presidência no Banco do Brasil.

Gueitiro Genso, presidente da Previ desde 2015, está se despedindo da administração da entidade. O executivo foi indicado por Paulo Caffarelli, presidente do Banco do Brasil, para assumir a vice-presidência de Distribuição de Varejo e Gestão de Pessoas do BB. A decisão ainda será apreciada pelo Conselho de Administração. Gueitiro deixou uma mensagem para os associados da Previ:
“Assumi como presidente da Previ em 2015. O desafio era grande: administrar a maior entidade fechada de previdência complementar da América Latina durante uma das piores recessões que o país já passou. Ser presidente na Previ não era só mais um cargo na minha carreira. Eu seria o líder da entidade que cuida da minha aposentadoria, da aposentadoria de todos os colegas com quem já trabalhei no BB, do futuro de cerca de 200 mil associados. Se pensarmos que cada um desses participantes faz parte de uma família, são quase um milhão de pessoas que confiam os seus futuros à Previ. Uma responsabilidade e tanto, a qual eu me entreguei de corpo e alma com um só propósito: cumprir a nossa missão, de garantir o pagamento de benefícios a todos nós, associados, de forma eficiente, segura e sustentável.
Passei 32 dos meus 46 anos de vida dentro do Banco do Brasil. Sou associado do Plano 1 da Previ desde 1989, quando completei a maioridade. Fiz parte de diversos times e me acostumei com as chegadas e partidas. Chegou a hora de mais uma. Aceitei o convite de Paulo Caffarelli, presidente do Banco do Brasil, para assumir um novo desafio: a vice-presidência de Distribuição de Varejo e Gestão de Pessoas. Ainda assim, é impossível evitar a tristeza ao me despedir da Previ. Uma tristeza que só existe porque tudo que vivi à frente da entidade valeu a pena. Sou muito grato pelas oportunidades, lutas e vitórias conquistadas nos últimos três anos. E elas não foram poucas.
A Previ conseguiu passar pelo período de turbulência na conjuntura político-econômica sem a necessidade de equacionar déficits com contribuições adicionais. Também foi criado um Planejamento Estratégico e Tático mais robusto, que traz os objetivos e direcionamentos que a entidade trilhará no futuro. As Políticas de Investimentos, que são os documentos balizadores da gestão de recursos na Previ, ficaram ainda mais fortalecidas com a inclusão do Programa de Integridade. Ao inserir novos parâmetros no processo de seleção de investimentos ampliou-se a cobrança das empresas nas quais a entidade investe do respeito às boas práticas de integridade e responsabilidade socioambiental. Desse modo, a Previ mitiga o risco de envolvimento em investimentos pouco transparentes, ao mesmo tempo em que fomenta um padrão ético elevado no mercado brasileiro. O maior de todos os ganhos foi para a governança da Previ, que sai ainda mais fortalecida. Ela é o eixo central da nossa credibilidade. Sabemos que exercitar a governança vai muito além de obedecer às regras, e para a Previ e seu corpo técnico isso está intrínseco na cultura. É a governança da Previ que faz com que a gente possa passar por momentos difíceis com segurança. Me despeço com a certeza de ter dado o máximo da minha capacidade e agradeço a todos que colaboraram durante o meu período como presidente da Previ.
Tenho muito orgulho de ser Previ. E sei que uma vez Previ, sempre Previ!”
A Previ deseja sucesso para Gueitiro Genso em seu próximo desafio e agradece pelos últimos três anos em que ele esteve à frente da entidade. O indicado como novo presidente da Previ é José Maurício Pereira Coelho, que atualmente é o diretor-presidente da BB Seguridade. Essa decisão ainda será apreciada pelo Conselho Deliberativo da Previ.
FONTE: http://www.previ.com.br/menu-auxiliar/noticias-e-publicacoes/noticias/detalhes-da-noticia/gueitiro-genso-se-despede-da-previ-2.htm

21 junho 2018

PLP 268 -Previ e Funcef estão sob ameaça

Deputado apresenta parecer favorável ao projeto de lei que enfraquece a gestão dos trabalhadores sobre os fundos de pensão e abre as portas dessas entidades para o controle de agentes do mercado, o que pode resultar em prejuízos bilionários, a exemplo do Postalis; matéria pode ser votada em breve





Os ataques contra os empregados de empresas públicas não param. O projeto de lei 268 (PLP 268/16), que pode inviabilizar a participação dos trabalhadores na gestão dos fundos de pensão, como a Funcef (Caixa) e a Previ (Banco do Brasil), recebeu parecer favorável do deputado Jorginho Mello (PR-SC), relator da matéria na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).
A tramitação do texto encontra-se em regime de urgência – aguardando inclusão na Ordem do Dia do plenário para votação – sob a relatoria extraoficial do deputado Marcus Pestana (PSDB-MG).
Por estar em regime de urgência, o projeto pode ser votado a qualquer momento no plenário da Câmara dos Deputados. Movimento sindical conclama os participantes dos fundos de pensão a enviarem mensagens aos deputados e senadores cobrando a não aprovação do PLP 268/16.

PLP 268 acaba com eleição para diretoria

Atualmente, a gestão dos fundos de pensão é compartilhada de forma paritária entre a patrocinadora (empresa) e os trabalhadores. O PLP 268/16 divide o conselho deliberativo em três: uma parte para agentes de mercado, outra para a empresa patrocinadora e a terceira para os trabalhadores.
Além disso, o PLP 268 determina que a diretoria será formada por agentes selecionados no mercado, e não mais composta de forma partiária entre indicados pela empresa e eleitos pelos assocciados dos fundos de pensão, como ocorre atualmente. 
“Esses agentes contratados no mercado vão acabar decidindo sempre em favor da patrocinadora. Com a metade do poder atualmente, os trabalhadores vão passar a ficar com um terço do conselho deliberativo e não poderão mais eleger seus representantes na diretoria”, alerta Valter San Martin Ribeiro, conselheiro da Anapar (Associação Nacional dos Participantes dos Fundos de Pensão) e dirigente do Sindicato dos Bancários de São Paulo pelos empregados da Caixa. 
“Para os associados, será um prejuízo imenso. No caso da Previ, por exemplo, nós elegemos metade da diretoria e metade do conselho, então, na prática, esse projeto transfere o controle para a patrocinadora”, avalia José Ricardo Sasseron, titular representante dos participantes no Conselho Nacional de Previdência Complementar.

Postalis amarga prejuízo bilionário sob gestão de mercado

Um exemplo que comprova o potencial danoso que a gestão de mercado pode causar nos fundos de pensão é o caso do Postalis, fundo de pensão dos funcionários dos Correios, cuja gestão dos ativos foi entregue ao banco estadunidense BNY Mellon.

O Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo abriu em janeiro deste ano processo civil contra unidade brasileira do banco norte-americano para ressarcimento de R$ 8,2 bilhões em prejuízos causados ao Postalis, e seus beneficiários.
Como única administradora financeira dos recursos da entidade, o BNY Mellon “praticou atos irregulares que dilapidaram o patrimônio do Postalis e obrigaram os participantes a arcar com uma contribuição extraordinária de 25,98% (além da ordinária de 9%) por 180 meses”, de acordo com o MPF.

A mais grave ameaça

“O PLP 268 é a mais grave ameaça que nós temos à governança dos trabalhadores aos fundos de pensão”, reforça Marcio de Souza, eleito pelos trabalhadores para o cargo de diretor de Administração da Previ.
“Os próprios funcionários têm de se mobilizar contra esse tipo de ataque e cobrar dos parlamentares que votem contra esse projeto que acaba com a eleição direta de diretores pelos associados e coloca no comando dos fundos de pensão agentes de mercado que têm interesses de curto prazo e conflitantes com os interesses dos associados, que são de longo prazo”, complementa.

“Ninguém é capaz de fazer uma gestão melhor dos fundos de pensão do que os próprios trabalhadores e dirigentes, já que nós somos associados dos planos e interessados diretos na administração dos nossos próprios recursos”, afirma Valter San Martin Ribeiro.
FONTE: http://spbancarios.com.br/06/2018/previ-e-funcef-estao-sob-ameaca
NOTA DO BLOG:
Esses sindicalistas, dirigentes de associações das mais diversas do nosso meio, sempre ataca o PLP268, sem apresentar resultados concretos, nossa participação hoje dentro do fundo de pensão é apenas para satisfazer o regulamento eleitoral, na hora de agir em nosso favor, as desculpas são sempre as mesmas, o voto de minerva, foi poucas vezes usado, pois as votações são sempre em favor das determinações do patrocinador BANCO DO BRASIL S/A.
Onde existe muita mobilização contra a mudança do PLP268, certamente vai nos beneficiar em ações que vai trazer ganhos ao corpo social, vista que pior que esta dificilmente vai ficar, quantos bilhões nós perdemos até os dias de hoje, cada crise nós não dormimos mais, pois todo o lucro é superficial, ganhamos muitas vezes mas nunca levamos, até nosso BET foi cortado na gestão dos DIRETORES ELEITOS, e ai sempre vem com a mesma conversa fiada que os contratados pelo mercado são piores que os pratas da casa.
Nesta eleição ficou provado que não existe marco regulatório, o que a PREVIC fala não se escreve.
Que cada Aposentado, Pensionista, tira a sua própria conclusão, afinal o máximo que podemos fazer é viver das migalhas que nos sobra da mesa dos poderosos de plantão e quando eles resolve deixar cair alguma migalha.

13 junho 2018

Banco rejeita proposta das Entidades que busca salvar a Cassi



As Entidades que integram a Mesa de Negociação sobre a Cassi (ANABB, AAFBB, CONTEC, e FAABB) apresentaram ao Banco do Brasil, no dia 5 de junho, uma proposta transparente e consistente em razão das dificuldades enfrentadas pela Caixa de Assistência. No entanto, o Banco, ao contrário do que se esperava, informou, por meio de nota, nesta sexta-feira, 8 de junho, que não vai aceitar a proposta das entidades e que vai manter a proposta que ele mesmo apresentou para a governança da Cassi. 
Sobre o adiantamento estimado em R$ 1,2 bilhão, para ser quitado em 10 anos, solicitado como ações de curtíssimo prazo pelas entidades, o Banco do Brasil respondeu que não realizará nova antecipação de recurso, uma vez que já antecipou as contribuições patronais sobre o 13º salário dos próximos quatro anos, no valor de R$ 323 milhões.
A ANABB lembra que esse valor citado pelo Banco se refere as contribuições extraordinárias que foram feitas pelo patrocinador com base no que estava previsto no Memorando de Entendimentos de 2016, mas que, segundo o próprio Relatório Anual 2017 da Cassi, não foram suficientes para sanar os déficits da Caixa de Assistência.  
O Banco também ressaltou, por meio da nota, que as proposições apresentadas pelas entidades não se enquadram no diagnóstico feito pela empresa de consultoria Accenture. E completou: “o modelo de proposta desenvolvido pelo Banco contempla um robusto conjunto de mudanças que se fundamenta nos estudos realizados em três pilares: custeio, arquitetura organizacional, eficiência, gestão e governança”.
Para a ANABB, a atitude do Banco vai contra ao posicionamento insistentemente disseminado pela instituição sobre a importância da participação das entidades nas discussões sobre Cassi. Em todas as recentes reuniões, os representantes do BB conclamaram as entidades, que são as verdadeiras representantes dos funcionários da ativa e aposentados, a encaminharem suas sugestões. O objetivo sempre foi construir uma proposta em conjunto. Mas, na prática, isso não aconteceu.
A ANABB manterá os associados informamos sobre os próximos passos que serão tomados.
Fonte: Agência ANABB