07 dezembro 2020

2021 - OLHAR PARA FRENTE.

O poeta Fernando Pessoa escreveu: vivo no presente.

O passado é a realidade de nada, pois já não o tenho, e o futuro é a possibilidade de tudo, mas ainda não o tenho.

Uma importante lição que estamos aprendendo com as dificuldades da pandemia da Covid-19 é a consciência de que não podemos ficar debruçados sobre nós mesmos, lamentando as nossas limitações e, por isso, devemos tirar do olhar o foco egoísta, a fim de que possamos alargá-lo com a percepção das necessidades do nosso próximo.

Aposentados e Pensionistas que recebem parte dos seu benefício pela Previ, teve pouca atenção em relação a situação vivida na Pandemia, foram apenas (2 parcelas), que puderam ser suspensa da cobrança no Empréstimo Simples, por parte do INSS, tivemos a antecipação das parcelas do Décimo Terceiro Salário, e um acréscimo de 5% sobre a margem de consignação, válida até 31/12/2020, para aqueles que recebem o seu benefício previdenciário apartado da folha de pagamentos da Previ, (Benefício desvinculado).

Em termos humanos, não podemos esquecer que a pandemia continua a causar feridas profundas, evidenciando nossas fraquezas e desmascarando as nossas limitações, pois a vacina contra o coronavírus ainda não está disponível e já temos muita discussão entre os a favor e os contra a tomar a vacina.

Desse modo, o uso de máscaras e a higienização das mãos, com álcool em gel, permanecem como cuidados paliativos.

Não obstante essas dificuldades humanas, temos pessoas próximas, filhos, netos, amigos, que também vivem o drama do desemprego, as constantes mudanças de tecnologia, a disparada dos alimentos nos supermercados, padaria, farmácia, feiras livres, e o Governo Federal então liberou para os mais necessitados o auxilio emergencial, que agora todos nós estamos pagando a conta com produtos de primeira necessidade dobrando de preços, material de construção e aço ficaram impraticáveis no mercado interno do nosso imenso país.

Com certeza, este ano de 2020, não será um ano perdido, pois apesar de estar sendo um ano de  austeridade, de desânimo e de receios, este ano está sendo também um ano de desafios, de grande crescimento para todos nós, que nunca devemos por todos os ovos na mesma cesta, temos que diversificar, de acreditar que nossos gestores pode e deve preparar muitas mudanças, até mesmo na forma de investir os nossos recursos, a forma de tratamento da nossa principal fonte de renda, a PREVI mais o INSS ficou nos devendo mais atenção e cuidados, até o Governo Federal fez mais neste momento de incertezas e a lição que ficou foi que não existe investimento 100% seguro, somos sempre taxados pelo nosso fundo que vamos morrer e não teremos como saldar nossos compromissos, que o fundo de quitação por morte (FQM), é que fica com a conta Salgada, seguro que pagamos por décadas, todos os meses, e assim vão sempre tendo desculpas prontas para não ajudar, não fazer o dever de casa em momentos de dificuldades.

Não existia nem se quer em sonho a Pandemia, quando resolveram cortar o nosso BET, Benefício Especial Temporário, deixando assim de liquidar 12 parcelas do acordo, quando o assunto é prejudicar aos  Aposentados e Pensionistas, não se tem dificuldades em garantir a maioria para deliberar sobre o assunto, mas quando é para prover alguma melhoria, mesmo que seja a custa de NOVO ENDIVDAMENTO VIA EMPRESTIMO SIMPLES, eles não podem fazer nada, nem atender aos milhares de reclames do seu corpo social, e ainda assim sempre diz que estão atualizando os programas de Educação Financeira e que o maior compromisso é pagar benefícios, e mesmo assim seu patrimônio já ultrapassa a casa dos 200 bilhões de reais.

Mais do que retratar a incapacidade que nossos dirigentes tem em realizar previsões minimamente isentas e confiáveis, o quadro reflete a profundidade da recessão que atravessamos em todos os níveis de camadas social, seja em nossas empresas grandes ou pequenas, seja no mercado nacional ou internacional, no fim vivemos um mundo globalizado.

E aqui não se trata de disputar a medalha do pessimismo ou torcer pela linha do quanto pior, melhor, mas de promover oportunidades de melhorar esse quadro social grave, ajudando os seus participantes e assistidos, investindo também na base, nos que verdadeiramente ajuntaram esse patrimônio, e que hoje não pode se quer ter migalhas na forma de renovação do seu Empréstimo Simples ou novas suspensão das suas prestações.

Desejo a todos um Feliz Natal, um 2021 com o retorno da normalidade, onde possamos nos abraçar novamente, retirar essas mascaras, voltar a ver um sorriso no rosto, somo um povo de muita fé, de muita consciência,  de muita vontade de sermos mais que vencedores.

Desejo a todos um Natal repleto de Paz e de  Luz, amor e com muitas bênçãos do menino Jesus. 



01 dezembro 2020

RESOLUÇÕES DO CNPC COLOCAM EM RISCO APOSENTADORIA DOS ASSOCIADOS


Estão em debate no Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC) a alteração de duas resoluções (CPPC 06/2003 e 08/2004), para facilitar o resgate e a portabilidade e para acabar com a garantia de reajuste de benefícios. A pretensão dos representantes do governo no CNPC, em vez de proteger os participantes de fundos de pensão e seus direitos, busca facilitar a vida das empresas patrocinadoras e favorecer a saída de recursos dos fundos de pensão, a fim de beneficiar bancos e seguradoras.

Marcel Barros, vice-presidente da Anapar e representante dos participantes e assistidos no Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC), alerta sobre as mudanças em discussão no conselho. “A Anapar também está discutindo esse assunto e é importante que todos nós fiquemos atentos a essas mudanças que podem prejudicar e muito os nossos benefícios e vida no futuro”, afirma.

A Anapar (Associação Nacional dos Participantes de Previdência Complementar e Autogestão em Saúde) representa, no Brasil, todos os associados a entidades de previdência complementar e, a partir maio de 2019, também os usuários de planos de saúde de autogestão. A entidade de defesa dos trabalhadores tem apoio do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.

“Os governos Temer e Bolsonaro vêm propondo e realizando mudanças desfavoráveis aos trabalhadores. Não aceitamos retirada de direitos e vamos continuar lutando contra essas medidas em várias instâncias e denunciando”, acrescenta Ernesto Izumi, diretor executivo do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e bancário do Banco do Brasil.

Resgate, portabilidade e Resolução CGPC 06

O resgate e a portabilidade de planos de previdência patrocinado por empresas públicas só é possível mediante o rompimento do vínculo empregatício pelo associado. A proposta da Previc (o órgão regulador do sistema de previdência complementar) e de membros do governo é alterar a Resolução CGPC 06 para permitir o resgate e a portabilidade de parte das reservas pelo participante de planos CD e CV (como o plano Previ Futuro) sem a obrigação de romper o vínculo empregatício com a empresa patrocinadora.

Essa proposta coloca em risco a aposentadoria das pessoas. Primeiro, porque resgatar ou portar reservas significa reduzir o saldo de conta acumulado e, por consequência, o valor dos benefícios de aposentadoria. Segundo, caso o associado resgate a sua reserva, empresas patrocinadoras como o BB poderão suspender as suas contribuições ao plano de benefícios já que, por força de lei, as contribuições são paritárias no caso de empresas públicas.
Previc quer desonerar empresas e acabar com reajuste obrigatório de benefícios

Outra alteração normativa proposta pela Previc, e apoiada por membros indicados pelo atual governo no CNPC, é a possibilidade de alterar a Resolução CGPC 08 para permitir aos fundos de pensão mudarem índices de correção dos benefícios já concedidos e retirar, dos regulamentos dos planos, os índices de reajuste a serem aplicados aos benefícios. Se a pretensão dos membros do governo vingar, os associados dos fundos de pensão podem não ter mais a garantia de reajuste automático da aposentadoria por índice de inflação.

Essa proposta foi apresentada ao CNPC mas não foi votada e acabou retirada de pauta na última reunião, realizada no final de setembro, pois o representante dos participantes e assistidos, Marcel Barros, demonstrou que a alteração é ilegal e afronta a Constituição Federal e a Lei Complementar 109. Essa lei estabelece que os regulamentos dos planos de benefícios devem, obrigatoriamente, prever um índice de reajuste dos benefícios para preservar o poder de compra das aposentadorias.

Associados precisam ficar atentos para evitar prejuízos

O CNPC tem a atribuição de regulamentar a legislação de previdência complementar e aprovar as normas que regem os fundos de pensão. É composto por 9 membros, sendo 6 deles indicados pelo governo e um único representante dos participantes e assistidos. Marcel Barros, ex-diretor eleito de Seguridade da Previ, é esse representante, indicado pela Anapar.

“Estamos resistindo a qualquer mudança que prejudique os participantes e denunciando as tentativas de quebra de direitos. Mas sempre precisamos da pressão dos associados para evitar medidas que nos prejudiquem. Somos 3,3 milhões de ativos e aposentados nos fundos de pensão e precisamos ficar atentos”, alerta Marcel.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo Osasco e Região





26 novembro 2020

PREVI NÃO PODE FICAR AMARRADA A ACORDOS QUE IMPEÇAM VENDA DE AÇÕES, DIZ DIRETOR



Em meio à turbulência dos mercados durante a pandemia, a Previ, fundo de previdência dos funcionários do Banco do Brasil, viu sua carteira de participações societárias encolher R$ 6,2 bilhões em 2020. Com patrimônio de R$ 201,8 bilhões, o fundo de pensão tem hoje perto de R$ 84,5 bilhões investidos em ações de companhias como Vale, Magazine Luiza, Petrobrás e Neoenergia. O diretor de participações da entidade, Denísio Liberato, afirma que apesar de ter sofrido com a crise o fundo “teve estômago” para não realizar perdas. Em entrevista exclusiva, ele destaca a busca por liquidez e cita o fim do acordo de acionistas da Vale como o mais recente passo nessa direção.

“A Previ passa a ter a liberdade de tomada de decisão em relação ao que vai fazer com sua participação. Isso deixa claro o norte de busca de liquidez”, disse ao Estadão/Broadcast. O maior fundo de pensão do País não abre, porém, qual será sua estratégia em relação aos papéis da Vale a partir de agora.

A extinção do acordo de acionistas da mineradora, no último dia 9, liberou para venda R$ 68 bilhões em ações detidas por seus signatários. Além da Previ e outros fundos de pensão estatais reunidos na Litel, faziam parte do bloco de controle o BNDES, por meio de seu braço de participações, a Mitsui e a Bradespar. Na última segunda-feira, 23, o banco público vendeu 40 milhões de papéis da Vale, embolsando R$ 2,5 bilhões numa tacada. A operação foi provocada pelo comprador, o que mostra que há uma janela para a venda dos papéis.

Na data do fim do acordo, a Previ tinha uma participação direta de 4,71% em ações ON da Vale, em montante de R$ 15,7 bilhões, o maior valor entre os das 34 empresas participadas da carteira do fundo. Detinha ainda 80,62% dos papéis da Vale nas mãos da Litel/Litela, em uma fatia que somava aproximadamente R$ 30 bilhões. Ou seja: são mais de R$ 45 bilhões em participação direta e indireta.

Segundo Liberato, a fundação pretende dar seguimento à política de reduzir a concentração da carteira de ações, deixando o controle das empresas para se tornar um acionista minoritário relevante. O movimento, que reduz riscos, entrou em compasso de espera por conta do choque nos mercados com a covid-19, mas vem sendo retomado à medida em que os preços dos ativos se recuperam. E o fundo tem entrado em novas companhias. Na nova safra de ofertas públicas de ações na Bolsa brasileira, por exemplo, a Previ participou dos IPOs de Lojas Quero-Quero, Grupo Mateus e Petz.

Apesar da meta de diversificação no médio prazo, em 2020 a forte concentração de investimentos na Vale foi favorável à Previ. A recuperação da carteira de renda variável a partir de maio, após o auge da pandemia, foi impulsionada especialmente pela performance da mineradora, cujo carro-chefe, o minério de ferro, está perto da máxima histórica de preços.

“A China conseguiu estancar a crise rapidamente e a pressão nos preços das commodities veio forte. A Previ tem exposição relevante em minério de ferro (via Vale). Isso puxou a carteira, que hoje tem desempenho superior ao de mercado”, destaca Liberato.

A renda variável foi o segmento de investimentos que mais sofreu na crise dentro do portfólio da Previ. Embora apresente desempenho bem acima do IBrX, índice de referência, a rentabilidade negativa acumulada chegou a 5,29% até setembro. No ápice da crise, em abril, o indicador chegou a ficar negativo em mais de 20%.
Pagamentos

O fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil persegue a liquidez porque precisa estar preparado para fazer frente ao pagamento de benefícios, em especial do Plano 1, o maior e mais antigo. Dos cerca de sete mil funcionários ativos no Plano, 75% já podem se aposentar a qualquer momento, e quase todos os demais poderão requerer seus benefícios em até três anos. A folha de pagamento de benefícios está estimada em R$ 13,8 bilhões para 2021, quando atingirá seu pico.

“Não dá para ficar amarrado a acordos que impeçam o fundo de fazer vendas”, diz Liberato, ponderando que pelo tamanho da Previ, qualquer movimento deve ser gradual. “Tem que ser paulatino e muito bem pensado. Estamos passando por uma crise sui generis. Não se pode vender um papel depreciado para fazer realocação no meio da pandemia”, conclui.

Atualmente, entre as empresas em que a Previ está – com assento no conselho ou mais de 0,25% de seu patrimônio investido -, o fundo tem acordos de acionistas remanescentes na Invepar, onde detém uma fatia de 25,26%, na Neoenergia (30,29%) e na fabricante de bens de capital Tupy (25,88%).

Segundo a Previ, todos os acordos têm desenhos que permitem a desvinculação do fundo se preciso, à exceção da Invepar. A concessionária de infraestrutura, aliás, tem enfrentado reveses, sendo o último a encampação da Linha Amarela pelo prefeito do Rio, Marcelo Crivella. O caso está no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e, para especialistas, tende a aumentar a insegurança jurídica no setor.

“O gargalo do Brasil é a infraestrutura, então é um setor com belo potencial de crescimento. Em saneamento, nossos números são medievais. O que precisa é arredondar a bola do ambiente de negócios”, diz, ao ser questionado sobre se o episódio reduz o apetite da Previ pelo setor. “A infraestrutura no mundo todo é financiada por investidores institucionais. No Brasil não vai ser diferente se os problemas forem endereçados”, avalia Liberato.

Fonte: Terra

10 setembro 2020

ANABB e entidades lutam para reduzir valores da coparticipação




 Reunião para tratar coparticipação, entre outros assuntos como PAF e Limaca, aconteceu nesta quarta-feira, 9 de setembro,

Em 10.09.2020 às 11:46Compartilhe:  

“...aprova, por maioria, a alteração do percentual de coparticipação, até que haja implementação efetiva de medidas com vistas ao equilíbrio econômico-financeiro da CASSI”.    
O trecho acima se refere à decisão do Conselho Deliberativo da Cassi sobre o aumento da coparticipação a partir de janeiro de 2019. Nela, o colegiado demonstra a necessidade de alteração da cobrança, naquele momento, em razão do déficit nas contas da Cassi. Porém, deixa claro que a revisão dos patamares de coparticipação seria necessária tão logo fossem implementadas as medidas indispensáveis para o equilíbrio financeiro da Caixa de Assistência. No entanto, essa parte da decisão ainda não está sendo cumprida.
Para cobrar um posicionamento sobre esse tema que onera exclusivamente os associados, as entidades que integram a Mesa de Negociação se reuniram, nesta quarta-feira, 9 de setembro, por videoconferência, com a Diretoria da Cassi. Participaram do encontro representantes da ANABB, AAFBB, Contec, Contraf-Cut e FAABB, além da diretoria da Cassi - Dênis Corrêa e Ana Cristina Rosa, e os eleitos Luiz Satoru e Carlos Flesch. Representando a ANABB, participaram o presidente Reinaldo Fujimoto e os vice-presidentes Graça Machado e Haroldo Vieira.
Dada a sua relevância, a coparticipação sempre esteve entre os temas discutidos pela Mesa de Negociação durante a proposta de sustentabilidade da Cassi. Tal fato se fez necessário porque, a partir de janeiro/2019, a Caixa de Assistência promoveu aumento significativo na cobrança que incide sobre a realização de exames e consultas, sob o argumento de que as contas da Cassi precisavam de um incremento.
Ao longo do processo negocial, para garantir uma proposta justa aos associados, as entidades que integram a Mesa de Negociação se ampararam na decisão do Conselho Deliberativo e firmaram um compromisso também com a Diretoria da Cassi sobre a retomada dos índices de coparticipação aos patamares de 2018.
No entanto, apesar do entendimento unânime de todos os representantes de funcionários da ativa e aposentados sobre o que foi acordado, a Diretoria da Cassi não reconhece o compromisso feito no processo negocial.
Para as entidades que vêm buscando fortalecer um modelo de diálogo mais transparente com a Cassi em benefício dos associados, o não reconhecimento desse compromisso gera perplexidade.  Os representantes do funcionalismo cobram que houve empenho de palavra junto aos associados sobre o tema coparticipação e o rompimento do que foi acordado representa quebra de confiança. É preciso que haja comprometimento com os assuntos que foram informados aos associados.

COPARTICIPAÇÃO NÃO É RECEITA
A reivindicação das entidades para que a coparticipação retorne aos patamares de 2018 (10%, para exames, e 30% para consultas) ocorre em momento oportuno, já que o novo modelo de custeio está refletindo bons resultados para a Cassi.
Entretanto, a Diretoria da Cassi entende a cobrança da coparticipação como receita adicional relevante para a sustentabilidade da Caixa, sem levar em conta o ônus que ela representa para os associados que mais necessitam de atenção à saúde.
Até agora, a Diretoria da Cassi não apresentou nada de concreto sobre o que pretende em relação à coparticipação. Apenas informou que o tema está sendo estudado. Nesse sentindo, as entidades propuseram como pauta final da reunião que a Cassi retorne a coparticipação aos patamares de 2018, até que seja apresentado, debatido e negociado  um estudo mais concreto por parte da Diretoria.  
Outro argumento da Diretoria da Cassi, que vem sendo rebatido pelas entidades, é que o novo modelo de custeio leva em consideração os índices atuais de coparticipação e que retomá-los aos patamares de 2018 pode gerar impactos. A esse respeito, as entidades argumentam que o aumento do percentual de coparticipação representa pouco mais de 1% das despesas anuais da Cassi.

As entidades também questionam a Cassi sobre os impactos do Performa e da política de redução de salários e cargos do BB nas receitas da Cassi. Sobre isso, os diretores da Caixa, inclusive os eleitos, nada respondem. Nenhuma providência foi adotada, não houve qualquer conversa com os representantes do Banco.
Vale lembrar que as entidades vêm mostrando à Cassi que a coparticipação não pode ser considerada uma receita, e sim um fator moderador de utilização dos serviços de assistência médica – portanto, um redutor de despesas. Segundo a literatura médica, aplicação de percentuais elevados pode ter efeito nocivo, inibindo ações de prevenção que evitariam despesas maiores no futuro. Os reajustes que foram propostos trazem ônus justamente aos associados que mais necessitam dos serviços, enquanto eximem o patrocinador Banco do Brasil de contribuir com a parte patronal. Caso a coparticipação alcançasse o BB, será que ainda estaria no patamar atual?
Ainda que a Cassi tenha incluído a coparticipação como parte das receitas, para as entidades os associados não podem ser penalizados de forma unilateral, o que desequilibra a balança de contribuições entre associados e patrocinador .

PAF e LIMACA TAMBÉM FORAM DISCUTIDOS
Além da coparticipação, as entidades também questionaram o corte radical na Lista de Materiais e Medicamentos Abonáveis – LIMACA, já que mais de 1.800 medicamentos foram excluídos da lista. Veja abaixo:

Antes
Depois
Redução
Princípio Ativo
365
92
74,8%
Medicamentos
                         2.985
                         1.167
60,9%
Materiais
143
31
78,3%

Sobre esse tema, a direção da Cassi vem sendo cobrada sistematicamente, em particular as diretorias eleitas, mas não houve apresentação de qualquer proposta ou estudo, limitando-se a respostas evasivas e protelatórias.
Condições crônicas como doenças oncológicas, diabetes, embolia, tromboses, doenças vasculares cerebrais, insuficiência renal crônica, entre outras, foram simplesmente retiradas do rol de patologias abonáveis, em flagrante descompromisso com a saúde dos associados mais agravados.
Desde que a Cassi promoveu a redefinição da Limaca, muitos associados estão sendo penalizados, pois tiveram a interrupção no fornecimento de medicamentos. Cobrados a esse respeito, mais uma vez, os diretores mostraram indiferença à situação dos associados e esquecem que os resultados superavitários registrados em 2020 se devem ao fato do associado ter aceitado aumentar seu percentual de contribuição e também contribuir adicionalmente por seus dependentes.
Para os associados, são apresentados os resultados positivos como conquista da gestão, alardeando bons ventos, mas no debate do ônus excessivo, decorrente de sua política de corte de benefícios, a gestão apresenta outra visão dos mesmos resultados.

BANCOS INCORPORADOS TAMBÉM FOI PAUTA
Os direitos dos funcionários de bancos incorporados de ingressarem no plano também foi tema da reunião. Sobre isso, a Diretoria da Cassi nada apresentou. Argumenta não ter ascendência sobre o tema e remete o assunto ao BB, sem buscar em nenhum momento a solução, como se dela não fizesse parte.

ENTIDADES CONTINUARÃO NA DEFESA
ANABB, AAFBB, Contec, Contraf-Cut e FAABB continuarão diligentes e firmes, cobrando da direção da Cassi atitudes concretas e lembrando aos dirigentes que a missão da Caixa é cuidar da saúde de seus associados.
Fonte: Agência ANABB

18 agosto 2020

O Caminho para um Final Feliz!

Portanto, quem ouve estas Minhas palavras e as pratica é como um homem prudente que construiu a sua casa sobre a rocha.
Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, e ela não caiu, porque tinha seus alicerces na rocha.
Mas quem ouve estas Minhas Palavras e não as pratica é como um insensato que construiu a sua casa sobre a areia.
Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, e ela caiu, e foi grande a sua queda.
Essas palavras concluíram o discurso de Cristo sobre a ética do Reino dos Céus e suas Expectativas para aqueles que desejam ser seus seguidores e escolhem viver com base em valores eternos.
Esta postagem de hoje tem como base um ser humano que sempre nos ajudou, ajudou aos mais necessitados Aposentados, Pensionistas do Banco do Brasil S/A, Previ e Cassi, autor do livro O Conselho Fiscal nas empresas e nos fundos de pensão - No Olho do Furação. 
O nosso colega e companheirão de lutas Dr Medeiros, medeirosrs.blogspot.com, Jose Bernardo de Medeiros, sempre dedicou a batalhar por aqueles que tem uma condição menos abastada, por aqueles que viveram na dependência da renovação do seu empréstimo simples, para complementar a sua renda, outros por ter que comprar os medicamentos de primeira necessidade.
Na novembrada ele juntamente com outros colegas lutaram por todos nós, sempre buscando o bem da coletividade, já teve aborrecimentos por defender aos nossos interesses, assim como outros blogueiros que também busca informar a nossa comunidade dos assuntos que são diretamente ligados a todos nós participantes e assistidos do maior fundo de pensão da América Latina(Previ).
Peço em meu nome e em nome dos mais de 20 mil pensionistas, para que continue sempre fazendo o bom combate, tudo que aprendeu no Rotary, para resolver problemas reais, é preciso compromisso, visão e pessoas que entram em ação, com dedicação, energia e inteligência e a sabedoria que vem de Deus.
Como uma pequena Homenagem ao Senhor Dr Medeiros, nosso ajudador aqui na terra, aos bravos de coração, limpo na sua Alma e no seu Espírito.
DAVI, O HOMEM SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS.
Davi foi o grande rei de Israel, o homem segundo o coração de Deus, e sua história demostra que Deus escolhe as pequenas coisas, sem nenhuma reputação, pois foi em direção a um desconhecido e humilde pastorzinho das montanhas da Judeia, perto de Belém, que Deus enviou Samuel com o óleo da unção.
Davi era de uma família de muitos irmãos, seu pai chamava-se Jessé e pertencia a tribo de Judá.
Davi era um habilidoso tocador de harpa e foi isso que, primeiramente, fez com que ganhasse a simpatia de Saul, Por ser desobediente ao Senhor, Saul era constantemente perturbado por demônios.
A música de Davi animava-o e aliviava-o, por isso Saul o amou muito, e então Davi tornou-se seu músico e guardador de armas.
O maior feito na juventude de Davi foi contra um filisteu chamado Golias, Israel havia saído para batalhar contra os Filisteus, e Davi estava cuidando do rebanho de seu Pai, seus irmãos mais velhos, como de costume, foram para a batalha.
É provável que, apesar da sua saúde e força, ainda não tivesse 20 anos, idade em que os Israelitas se tornavam soldados.
Um dia, Jessé enviou Davi a batalha para ver como estavam seus irmãos mais velhos e para levar-lhes mantimentos, Davi encontrou todos amedrontados por um gigante arrogante, chamado Golias, que tinha mais de três metros de altura e sempre aparecia desafiando alguém a lutar sozinho com ele, Davi ficou impressionado com o medo dos Israelitas, pois sabia que Deus podia conceder a vitória e acreditava que a causa era justa, ofereceu então para enfrentá-lo. 
Davi relatou como havia matado um leão e um urso que atacaram o rebanho do seu Pai e disse que, com o poder de Deus, poderia também matar o gigante, assim, Saul o enviou para a batalha.
Davi não levou espada ou lança, mas um alforje de pastor e cinco pedras polidas, e o Senhor deu-lhe a vitória, matou o gigante e levou a sua cabeça para Saul.
Meu desejo, através deste pequeno relato é mostrar ao nosso Gigante aqui nas nossas causas, que o seu Blog do Medeiros é o nosso DAVI contra os Gigantes.
Essa sua escolha de si por ao lado dos mais necessitados é o que te manteve de pé, fiel a sua certeza que sempre contribui para ajudar a todos nós.
Sou muito grata por tudo que sempre fez por nossa comunidade, mesmo cada um morando em Estados, Cidades diferentes, Todos que conhece a sua integridade e respeito da CRÉDITO AS SUAS PALAVRAS.
Muito obrigada, gratidão, gratidão, gratidão, gratidão,gratidão,gratidão, 7 VEZES GRATIDÃO.
Foto: retirada do blog da colega Leopoldina, olhar de coruja.


28 julho 2020

Chapa 1 obtém quase 60% dos votos e vence eleição da Previ

Nossos parabéns à chapa vencedora, a Chapa 1.

Desejamos sabedoria e sorte na nova gestão.

Agradecemos imensamente o carinho, apoio e dedicação de todos aqueles que estiveram conosco nesta caminhada e que votaram e apoiaram a chapa 2.

Saímos satisfeitos de ter regado a sementinha da representatividade, mais uma vez, o meu muito obrigada, de coração, aos que tornaram essa experiência uma das mais emocionantes da minha vida nos meus 74 anos de idade, saber do poder do apoio dos sindicados, que mesmo com a troca do Presidente,(República), continua tendo um longo alcance dentro da nossa comunidade do BB,PREVI,CASSI.

A Chapa 1 Previ para o Associado, apoiada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e pela maioria das entidades sindicais e associativas dos funcionários do Banco do Brasil, venceu a disputa com 58,14% do total dos votos e 63% dos votos válidos. O resultado foi divulgado no final da tarde desta segunda-feira (27).

O pleito elegeu Wagner Nascimento, que é diretor do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte e ex-coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB de 2014 a 2019, para a Diretoria de Seguridade. Também foi eleito parte do Conselho Deliberativo, do Conselho Fiscal e dos conselhos consultivos do Plano 1 e do Previ Futuro. Veja a composição completa da chapa eleita.

“O resultado mostra os funcionários sabem quem é que defende seus interesses e lutará para que a Previ continue sólida e garanta uma aposentadoria com tranquilidade para os associados”, disse o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga.

A Previ é o maior fundo de pensão da América Latina e uma história de sucesso dos funcionários do Banco do Brasil. Graças, principalmente, ao modelo de governança, na qual os associados têm participação fundamental na fiscalização e na gestão, que se tornou modelo para o sistema de previdência complementar no país.




09 julho 2020

Cargos a serem preenchidos, Eleições Previ .

De 13 a 27 de julho de 2020, serão realizadas as eleições para a escolha de representantes dos participantes nos cargos de Administração e Fiscalização da Previ e nos Conselhos Consultivos do Plano 1 e do Previ Futuro, na forma do Estatuto e do Regulamento de Consultas aos Participantes e Assistidos.


Quem pode votar

Podem votar participantes e assistidos maiores de 18 anos, inscritos nos planos de benefícios da Previ até 31/1/2020.

Como votar

Para facilitar a participação de todos, o canal de votação de parte dos associados mudou nas eleições 2020. Todos os participantes votam pelo site da Previ; pelo aplicativo móvel da Previ (App); pelos terminais de autoatendimento (TAA) do Banco do Brasil S.A. Participantes da ativa também podem votar pelo SisBB.
É importante lembrar que, para votação pelo site Previ e pelo App, é necessário possuir senha emitida pela Previ (a mesma utilizada para consultar o Autoatendimento do site da Previ). Para votação no TAA, serão utilizados o cartão e a senha do Banco do Brasil.

Cargos a serem preenchidos

O processo de votação será realizado para preenchimento dos seguintes cargos:
- Conselho Deliberativo: dois membros titulares e dois membros suplentes
- Conselho Fiscal: um membro titular e um membro suplente
- Diretoria Executiva: Diretor de Seguridade
- Conselho Consultivo do Plano 1: um membro titular e um membro suplente
- Conselho Consultivo do Previ Futuro: um membro titular e um membro suplente
O mandato para os membros eleitos será de 1/6/2020 até 2/6/2024.
Vote Chapa 1 em defesa dos associados
O compromisso da Chapa 1 é com a boa gestão do patrimônio da Previ, a defesa dos direitos dos associados e a construção de aposentadoria digna para todos.
Nesta eleição o associado escolhe o Diretor de Seguridade e membros dos conselhos Deliberativo, Fiscal e consultivos de planos. Os eleitos serão responsáveis pela aplicação segura e responsável do patrimônio, pela preservação do estatuto e dos regulamentos e melhorias dos planos.
Os candidatos da Chapa 1 Previ para o Associado têm experiência e conhecimento da Previ. Têm histórico de vida em defesa do funcionalismo. E contam com apoio das entidades representativas para fortalecer a defesa dos associados.
Defendemos o Banco do Brasil como instituição pública imprescindível para a recuperação da economia. A permanência do BB como empresa pública também é fundamental para a sobrevivência da Previ e dos planos de benefícios.
Visite o site www.previparaoassociado.com.br e nossas páginas nas redes sociais

Vote Chapa 2 Mais União
Caro Colega BB,
Papo rápido e importante para todos nós, associados da Previ.
É tempo de eleições e de mudanças na PREVI! Estamos vivendo um momento muito difícil. A pandemia de Covid-19 nos obrigou a mudanças nunca imaginadas. Estamos experimentando o início de um novo modo de viver, ou ainda “o novo normal”.
Esse “novo normal” afetará consideravelmente nossa forma de se divertir, de comprar, de investir e de trabalhar, entre outras coisas. Na Previ não será diferente. Precisamos mudar e preparar a Previ para os tempos difíceis que estão por vir.
A chapa 2 – Mais União é formada por colegas como você, que estão diariamente buscando resultados para o BB e para a sociedade, sem nenhuma vinculação político partidária ou Sindical. Convido você a conhecer nosso projeto de gestão, nossos candidatos e suas respectivas trajetória dentro do BB.
Assista também o debate no site da Previ. Certamente ajudará você a decidir pela Chapa 2 – Mais União.
Venha também fazer parte da corrente da mudança!

Como escolher o melhor CHAPA?
As eleições estão chegando e uma pergunta não sai da cabeça dos assistidos pela Previ, como escolher em quem votar? Nesta disputa, o número de chapas é reduzido, as discussões estão acaloradas e muita gente já escolheu qual lado vai ser o seu apoio, oposição, ou situação, novo ou velho, vou votar na CHAPA 2 - MAIS UNIÃO, acredito que é tempo de mudanças profundas, e começa pelo nosso tratamento como assistido, conclamo os mais de 20 mil Pensionistas a fazer a diferença nesta eleição, onde temos a oportunidade de acreditar que teremos melhores oportunidades de sermos ouvidos sobre os nossos reclames, não estamos pedindo nada em troca apenas respeito e transparência na forma de tratamento dado até hoje principalmente pela Diretoria de Seguridade.
CHAPA 2 - MAIS UNIÃO TEM O MEU VOTO E O MEU APOIO NESTAS ELEIÇÕES, VAMOS TRABALHAR PARA QUE NOSSOS COLEGAS DA ATIVA, APOSENTADOS E PRINCIPALMENTE OS PENSIONISTAS, TENHA CONDIÇÕES DE SABER ESCOLHER ENTRE AS DUAS CHAPAS QUE SE APRESENTA.


15 junho 2020

ANS encerra direção fiscal na CASSI

ANS encerra direção fiscal na CASSI

Publicado em: 15/06/2020

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou o encerramento do regime especial de direção fiscal na Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (CASSI). A decisão atesta que a CASSI regularizou todos os indicadores econômico-financeiros que levaram à instauração da direção em julho de 2019 e cumpre as projeções que compõem o Programa de Saneamento, apresentado à ANS em dezembro do mesmo ano.
O fim da direção fiscal constante da Resolução Operacional 2.556, publicada no Diário Oficial de 15/06/2020, é reflexo direto da aprovação da reforma estatutária pelos associados, mudança que contou com o apoio das entidades representativas de funcionários da ativa e aposentados e do patrocinador, Banco do Brasil. Aliado a isso, foi determinante a adoção de medidas firmes em busca de eficiência operacional e da redução de despesas, trabalho conduzido pelas equipes técnicas da Caixa de Assistência.
Para o presidente da Caixa de Assistência, Dênis Corrêa, a Instituição fecha um ciclo delicado da sua história. Ao mesmo tempo, complementa ele, contabiliza um período marcado pelo aprendizado e pela união de todos envolvidos neste processo. “Agora é o momento de direcionar nossos esforços para a melhoria da assistência à saúde, com ações focadas na prevenção de doenças, para promover uma vida melhor aos nossos participantes”, ressalta.