15 junho 2020

ANS encerra direção fiscal na CASSI

ANS encerra direção fiscal na CASSI

Publicado em: 15/06/2020

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou o encerramento do regime especial de direção fiscal na Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (CASSI). A decisão atesta que a CASSI regularizou todos os indicadores econômico-financeiros que levaram à instauração da direção em julho de 2019 e cumpre as projeções que compõem o Programa de Saneamento, apresentado à ANS em dezembro do mesmo ano.
O fim da direção fiscal constante da Resolução Operacional 2.556, publicada no Diário Oficial de 15/06/2020, é reflexo direto da aprovação da reforma estatutária pelos associados, mudança que contou com o apoio das entidades representativas de funcionários da ativa e aposentados e do patrocinador, Banco do Brasil. Aliado a isso, foi determinante a adoção de medidas firmes em busca de eficiência operacional e da redução de despesas, trabalho conduzido pelas equipes técnicas da Caixa de Assistência.
Para o presidente da Caixa de Assistência, Dênis Corrêa, a Instituição fecha um ciclo delicado da sua história. Ao mesmo tempo, complementa ele, contabiliza um período marcado pelo aprendizado e pela união de todos envolvidos neste processo. “Agora é o momento de direcionar nossos esforços para a melhoria da assistência à saúde, com ações focadas na prevenção de doenças, para promover uma vida melhor aos nossos participantes”, ressalta.



11 maio 2020

ANABB articula para suspender mudanças na governança dos fundos de pensão

As articulações da ANABB no Congresso Nacional renderam mais uma importante vitória. Desta vez, a atuação foi em favor dos fundos de pensão, em especial a Previ. Nesta quarta-feira, 6 de maio, o senador Jorginho Mello (PL/SC), protocolou o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 195/2020, para sustar os efeitos da Resolução nº 35/2019, do Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC), vinculado ao Ministério da Economia.
A norma, aprovada em dezembro de 2019, dispõe sobre a governança dos fundos de pensão, e trouxe mudanças que geraram muitos questionamentos sobre uma possível extinção da participação do corpo funcional nas diretorias dos fundos de pensão.
Em seu art. 5º, Parágrafo Único, a Resolução nº 35 do CNPC dispõe que: “A escolha dos membros da diretoria executiva será́ realizada mediante processo seletivo, exigida qualificação técnica, com divulgação e transparência, conduzido sob a orientação e supervisão do conselho deliberativo.”
Na justificativa para embasar o PDL 195, o senador afirmou que a resolução gera insegurança jurídica, interferindo no funcionamento das entidades fechadas de previdência complementar  (EFPCs), e citou os seguintes argumentos:
• O CNPC possui a função de órgão regulador do regime de previdência complementar. Porém, com a referida resolução tratou de matéria que exorbita sua competência, contrariando a Lei Complementar nº 108/2001.
• Ao regular sobre o ingresso de membros e a composição dos conselhos deliberativo, fiscal e das diretorias executivas das entidades fechadas de previdência complementar, o CNPC desrespeitou o ordenamento jurídico vigente.
• A Resolução nº 35 limita a liberdade de escolha das diretorias executivas das EFPCs, preconizada pela Lei Complementar nº 103/2001.
• A Lei Complementar nº 109/2001 não limita a escolha dos membros da diretoria executiva a um processo seletivo, permitindo que os representantes dos participantes sejam escolhidos democraticamente por meio de eleição direta entre seus pares.
• Os participantes das entidades fechadas de previdência complementar têm o direito adquirido de participar das eleições para a diretoria executiva e sua contribuição é essencial para evitar novos e desastrosos casos de corrupção.

ATUAÇÃO DA ANABB
Em dezembro de 2019, assim que a Resolução nº 35 foi aprovada, a ANABB se reuniu com Paulo Valle, Subsecretário de Previdência Complementar do Ministério da Economia. O representante do governo explicou que o objetivo da resolução era atribuir à escolha dos diretores das entidades fechadas de previdência complementar maior qualificação técnica, por meio de processo seletivo.  Na oportunidade, a ANABB solicitou que a questão fosse reavaliada para que a redação da norma ficasse mais clara.

Clique aqui e veja: ANABB pede esclarecimentos sobre mudanças na governança dos Fundos de Pensão
Em março de 2020, durante a Reunião Anual dos Diretores Regionais, como a redação da norma não foi alterada, a ANABB pleiteou ao senador Jorginho Mello (PL/SC) e a sua equipe a apresentação do PDL para tratar sobre o assunto.
O senador é um importante parceiro da ANABB em defesa dos direitos dos trabalhadores, principalmente do Banco do Brasil. Possui um histórico de atuação nas causas que tratam de fundos de pensão, tendo sido em 2016, relator do PLP nº 268, que pretende aprimorar a governança das entidades fechadas de previdência complementar.
A ANABB seguirá acompanhando a tramitação do assunto e manterá os associados informados sobre o andamento do PDL 195/2020.

Fonte: AGENCIA ANABB.




01 maio 2020

O Princípio de Alternância de Comando.

Ponto para Reflexão:

Apego ao poder, a necessidade de novas lideranças carismáticas e visionárias se impõe.

Estamos vendo agora muitos colegas do maior fundo de pensão da América Latina, e do Brasil, (Previ), e também da maior cooperativa de crédito para funcionários do Setor Bancário, (Cooperforte) que atende a funcionários ativos, aposentados e pensionistas do Banco do Brasil S/A, Caixa Econômica Federal (CEF), e Banco do Nordeste, fazendo empréstimos com desconto direto em contas bancárias, antes era via folha de pagamento, mas devido ao enquadramento da lei dos Consignados, pelos fundos de pensão, tiveram que mudar sua forma de atuação.

Na contra mão do mercado, onde os agentes financeiros,  Bancos, financeiras,  Fintech (do inglês: financial technology) é um termo que surgiu da união das palavras financial (financeiro) e technology (tecnologia). 

As fintechs são majoritariamente startups que trabalham para inovar e otimizar serviços do sistema financeiro. 

Fizeram a concessão de novos prazos por conta da PANDEMIA que alastrou pelo mundo, a Previ cujo o prazo para pedido se encerrou ontem as 18:00 horas, fez a suspensão de 02 prestações, meses de MAIO e JUNHO de 2020, deixando claro em seu comunicado que a fez a contra gosto, por força de pedidos feitos pelo seu corpo social, atuação de líderes do nosso meio e também de pedidos de associações de aposentados e pensionistas.

A COOPERFORTE, lançou um pacote muito injusto com os colegas que estão em dias com as suas obrigações, fazendo pouco pelo seu tamanho e representatividade junto aos seus cooperados que é a sua maior razão de existir e que devido ao seu monopólio, são anos com a mesma direção, com as mesmas cabeças pensantes, com os mesmos que em formação de rodizio só troca as cadeiras, sempre mantendo o seus cargos vitalícios na Presidência e Diretoria. 

Temos que começar a ter um olhar mais acurado sobre as nossas instituições, estamos as voltas de uma eleição, logo vamos ter a troca dos cargos na Previ, e é hora de todos começar a olhar para o futuro, para o por vir, para os acontecimentos, as vezes focamos apenas nos nossos problemas e esquecemos de olhar ao nosso redor, muitos que ainda tem o privilégio de ter um grana no bolso só olha as taxas de retorno que são lhes oferecidas, mas não olha para o social ou para a situação de muitos que por décadas foram ótimos pagadores, bastaria apenas ajustes, condições especiais e todos estaria no rol de bons pagadores, mesmo com nome no SPC ou SERASA.

Assim já atua com juros exorbitantes, os agiotas legalizados como CREFISA e AGIBANK dentre outros como HELP do BMG, que tem permissão do Banco Central para emprestar.

Hoje, muitas das ações ainda necessárias para desenvolvimento do setor dependem de sua própria vontade, à luz da visão de futuro requerida que permita agir ao invés de reagir, nossa diretoria diz que são atentas as nossas necessidades, mas no fundo sabemos que é pura forma de atuar, sem ter que, de fato fazer alguma coisa que possa beneficiar, quem de fato faz a roda girar, e não se preocupe, porque eu não tenho mais relacionamento com a Cooperforte, apenas ainda mantenho uma ação em discussão com a mesma para finalizar os meus débitos junto a mesma.

Uma cooperativa de crédito pode trabalhar com um mutuário para estender os termos do reembolso ou reestruturar as obrigações de dívida do mutuário. 

Tais esforços podem aliviar as pressões sobre os tomadores em dificuldades, melhorar sua capacidade de pagar dívidas e fortalecer a capacidade de uma cooperativa de crédito de receber seus empréstimos. 

A cooperativa de crédito também podem facilitar os termos de novos empréstimos aos tomadores afetados, quando prudentes,(avaliação Caso a Caso, aumento do prazo de pagamento, Suspensão).

Isso pode ajudar seus (ASSOCIADOS), ativos, aposentados e  pensionistas a trabalhar seu impacto(Despesas Extras) devido ao COVID19.


É a ação de tornar novo aquilo que ficou obsoleto, velho ou ultrapassado, por falta de criatividade, ou seja, é modernizar e atribuir valores atualizados uma ação nova(NOVOS DIRIGENTES).

Os DIRIGENTES/POLÍTICOS, brasileiros, a cada eleição, fazem o discurso da renovação, mas passado o pleito e recebendo a posse, continua atuando na mesma maneira de seus antecessores, ou seja sempre depositamos esperança que vai mudar, vai acontecer, agora vai, agora é a hora, e depois passamos mais 04 anos vendo a caravana passar sem poder falar nada, indignados com a nossa própria sorte.

Não ia falar nada sobre esse tema, mas tem horas que ficamos com a garganta presa/entalada, com tanta injustiça nesta Pátria AMADA BRASIL.



03 abril 2020

Não basta falar, tem que fazer.

Desde crianças aprendemos a seguir exemplos. 
É sabido que, quando pequenos, repetimos atitudes dos nossos pais, irmãos mais velhos, professores ou adultos mais próximos, o que nos faz formar nossos pensamentos, ideias e costumes. 
E um dos grandes problemas desta fase é ser cobrado a agir de determinada maneira quando os exemplos nos levam ao lado oposto. 
O que dizer do pai que não deixa o filho ficar no celular ou outro faz cobranças durante o jantar e, na primeira oportunidade, checa e-mails de trabalho ou mensagens?
E o irmão mais velho que diz que você não pode comer doces antes do jantar enquanto preparar uma grande taça de sorvete? 
São exemplos simples, do dia a dia, mas que influenciam diretamente na educação e modo de pensar de uma criança que está em formação.
O quando se trata do mundo corporativo, qual a importância de agirmos de acordo com o que esperamos dos outros? 
Atualmente, um líder não é apenas um profissional estratégico com capacidade e função de motivar e influenciar pessoas. 
Ele é, também, um exemplo a ser seguido nas mais diversas áreas.
Então o que pensar do modo de agir dos nossos Eleitos para o maior fundo de pensão da América Latina,(Previ), não tem SOLIDARIEDADE para com os seus Aposentados e Pensionistas em Especial do PB-1 que concentra maior número de participantes com maior IDADE, acima dos 60 ANOS.
Estamos vivendo um momento sem precedentes na história da nossa geração.
A pandemia escancarou as fragilidades humanas perante um inimigo invisível.
Por outro lado, também trouxe a tona, a solidariedade, a empatia, a disciplina e a confiança de que em breve, voltaremos a normalidade, mesmo que em um novo normal, um pouco diferente do que até então estávamos acostumados.
Os nossos dirigentes, seja ele indicado pelo BB ou seja como ELEITOS, tem a obrigação e o dever de atender o pedido de muitos colegas pela SUSPENSÃO DE PELO MENOS 03 PARCELAS DO EMPRÉSTIMO SIMPLES E DO FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO.
O pedido da ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE para que os países redobrem o comprometimento contra a pandemia, faz com que a Previ venha ser parceira não só da Cassi neste momento, mas com todo o sistema de saúde do nosso País.
Se todo o sistema financeiro, está tendo esse cuidado, outros fundos de pensão, já tomaram as providências no sentido de colaborar com o momento de incertezas e já tomaram decisão de Suspender as Prestações, e se temos um sólido patrimônio, justificativas técnicas não pode sobrepor ao Estado de atenção, justificado pelos poderes da República, e além de pagar benefícios a missão da Previ é manter todos com Saúde Física e Mental.
Não é o momento de Mesquinharia e de Revanches, e sim de união entre todos, porque neste momento esse dinheiro que fica sem ser descontado no contra-cheque, reforça o orçamento e a alimentação de quem já tem maiores chances pela idade de contrair o COVID-19.
Juntos, temos que zelar pela nossa saúde, e a de todos que nos cercam, cumprindo com rigor as recomendações das autoridades públicas, e que nem mesmo nossos Dirigentes Eleitos e INDICADOS pelo BB tem autoridade para contestar com normas internas e regulamentos.
PEDIMOS A RECONSIDERAÇÃO COM A MÁXIMA URGÊNCIA.



17 fevereiro 2020

CASSI TERÁ QUE CORTAR R$ 1,2 BILHÃO EM CUSTOS ATÉ O ANO DE 2023



A Cassi, responsável pelos planos de saúde dos empregados do Banco do Brasil, terá que cortar R$ 1,2 bilhão em custos até 2023, segundo mensagem enviada aos associados pelo presidente da operadora, Dênis Corrêa.
Ele deixa claro, na mensagem, que, mesmo com o aporte de R$ 999,9 milhões recebido do Banco do Brasil, a situação financeira da Cassi está longe de ser resolvida. A operadora vem operando co deficits por um longo período.
“Seguiremos na busca incessante pela eficiência operacional (compromisso de reduzir despesar assistenciais da ordem de R$ 1,2 bilhão até 2023), de forma responsável e cientes do compromisso em oferecer atenção integral à saúde”, afirma Corrêa.
Ele ressalta ainda que, com as mudanças no estatuto aprovadas em novembro do ano passado, será possível tocar um plano de saneamento robusto, que atenda a todas as exigências impostas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A Cassi está sob direção fiscal da agência.
“Temos a certeza de que juntos estamos construindo a Cassi sustentável e eficiente que precisamos”, diz o presidente da operadora. Além do aporte de praticamente R$ 1 bilhão feito pelo Banco do Brasil, os associados da Cassi também terão que realizar contribuições extras.
Socorro
Antes do socorro dado pelo Banco do Brasil, a Cassi estava prestes a fechar as portas. Se o novo estatuto não fosse aprovado, ou a operadora seria liquidada pela ANS ou a carteira de clientes seria vendida para outras empresas. Havia muito interesse por parte da Bradesco Seguros.
Uma parte dos funcionários foi contra o novo estatuto e chegou a questionar o resultado das votações. Mas o Banco do Brasil e a direção da Cassi seguiram adiante e homologaram o resultado. Agora, ressaltam integrantes da operadora e do BB, é fazer valer o esforço.
Com o aporte feito pelo Banco do Brasil, a Cassi consegue se manter de pé por dois ou três anos. O BB já avisou que não botará mais nenhum centavo na operadora além do acordado. Isso, inclusive, está previsto na Lei das Estatais.
Contribuição maior por dependentes
Em novembro do ano passado, os associados da Cassi aprovaram um novo estatuto para a entidade, condição para que o BB realizasse um aporte de R$ 1 bilhão, como parte de um programa amplo de reestruturação da operadora. Foram necessárias três tentativas para que a direção e os associados chegassem a um acordo. A operadora é a maior do ramo de autogestão. Atende a cerca de 670 mil pessoas.
Pelo que foi aprovado, estão mantidos os percentuais de contribuição dos funcionários (4% do salário) e do BB (4,5%), mas foi introduzida a cobrança por dependentes: mais 1% de contribuição para quem tem um dependente, 0,5% para o segundo e 0,25% a partir do terceiro dependente, limitando a contribuição total do funcionário a 7,5% do seu salário. O BB também contribuirá para o pagamento dos dependentes.

28 dezembro 2019

ANABB pede esclarecimentos sobre mudanças na governança dos Fundos de Pensão



A Associação entrou em contato com o Secretário de Previdência, Rogério Marinho, solicitando esclarecimentos a respeito das decisões que haviam sido tomadas.

Ao tomar conhecimento das mudanças nas regras de governança dos fundos de pensão, aprovadas em 20/12/19, por meio de Resolução do Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC), ainda não publicada no Diário Oficial, a ANABB agiu rapidamente. Já no primeiro dia útil (23/12), pós decisão do CNPC, a Associação entrou em contato com o Secretário de Previdência, Rogério Marinho, solicitando esclarecimentos a respeito das decisões que haviam sido tomadas. A reunião aconteceu nesta quinta-feira (26/12) e contou com a participação do Subsecretário de Previdência Complementar do Ministério da Economia, Paulo Valle, do Presidente da ANABB, Reinaldo Fujimoto, e da equipe de Relações Institucionais da Associação.
O ponto mais questionado pela ANABB na reunião foi a respeito da escolha dos membros da Diretoria Executiva, que, de acordo com Paulo Valle, terá a seguinte redação na Resolução: “A escolha dos membros da diretoria executiva será realizada mediante processo seletivo, exigida qualificação técnica, com divulgação e transparência, conduzido sob a orientação e supervisão do conselho deliberativo”.
Essa questão gerou entendimentos divergentes com muitas notícias sendo veiculadas com a interpretação de que a Resolução teria promovido a extinção da participação do corpo funcional nas diretorias das Entidades Fechadas de Previdência Complementar.
Indagado pela ANABB sobre os impactos dessa Resolução nos fundos de pensão, em especial na Previ, o Subsecretário explicou que a intenção é atribuir à escolha dos Diretores maior qualificação técnica, por meio de processo seletivo. Ele afirmou que o texto não interfere no caráter eletivo da escolha, que permanece assegurado pelo estatuto das entidades, e que não haverá mudanças em relação à composição do Conselho Deliberativo ou Fiscal.
Na prática, de acordo com o Subsecretário, a Resolução busca criar mais um mecanismo para garantir que os candidatos aos cargos de diretores de fundos de pensão se submetam a um processo de análise técnica para adequação às funções que desejam assumir. Após essa seleção, o candidato estará apto para concorrer às eleições nos moldes de cada fundo de pensão.
Paulo Valle disse, ainda, que, na mesma reunião do CNPC, foram aprovadas outras três resoluções que tratam das certificações dos Diretores e informação e transparência dos investimentos aos participantes.
Atualmente, no estatuto da PREVI a nomeação dos membros da Diretoria Executiva segue os critérios do artigo 32, inciso II, conforme abaixo:

“Art. 32. Os membros da Diretoria Executiva serão nomeados pelo Conselho Deliberativo segundo o seguinte critério:
I – para os cargos de Presidente, Diretor de Investimentos e Diretor de Participações, o Conselho Deliberativo nomeará pessoas que sejam indicadas pelo patrocinador Banco do Brasil S.A.; e
II – para os cargos de Diretor de Administração, Diretor de Planejamento e Diretor de Seguridade, o Conselho Deliberativo nomeará pessoas que sejam escolhidas, pelo critério da maior votação, através de processo de consulta por meio de voto direto dos participantes e assistidos da PREVI.”
 
SUBSECRETÁRIO PAULO VALLE ESCLARECE MATÉRIA PUBLICADA NO JORNAL FOLHA DE S. PAULO
A ANABB entrou em contato novamente com o Subsecretário Paulo Valle, nesta sexta-feira (27/12), em decorrência de matéria publicada no jornal Folha de S.Paulo.  A reportagem intitulada Guedes acaba com eleições para direção dos fundos de Pensão”, afirma que o presidente das entidades e os demais integrantes da diretoria-executiva devem ser selecionados no mercado por recrutamento independente.
Em resposta ao novo questionamento da ANABB Paulo Valle reiterou o que determina a resolução aprovada pelo CNPC.

Veja abaixo o posicionamento do Subsecretário encaminhado a ANABB:
“A notícia da Folha SP foi muito infeliz e não quis considerar a nossa explicação. Diferentemente do que afirma a notícia, a resolução aprovada pelo Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC) em 20 de dezembro de 2019 não acaba com eleições diretas para o Conselho Deliberativo nem para a diretoria-executiva das entidades fechadas de previdência complementar (EFPC). Em relação ao Conselho Deliberativo, a nova resolução segue o que estabelece a Lei Complementar 108, de 2001, que prevê eleições diretas e composição paritária entre representantes dos participantes e assistidos e dos patrocinadores. A nova resolução também repete o que diz a mencionada lei complementar, no sentido de que caberá aos representantes dos patrocinadores a indicação do presidente do Conselho Deliberativo.
Em relação à diretoria-executiva das EFPC, a resolução estabelece que a escolha de seus membros seja realizada por meio de processo seletivo, exigida qualificação técnica, sob a orientação e supervisão do conselho deliberativo. Ao contrário do que diz a reportagem, contudo, a Resolução não veda nem exclui a possibilidade de realização de eleição. Importante destacar, ainda, que o processo seletivo não contraria nenhum dispositivo da Lei Complementar 108 ou da Resolução MPAS/CGPC nº 07, de 21 de maio de 2002, que antes tratava do assunto e que deverá ser revogada pela nova resolução. Além disso, a nova redação reforça a importância de elevar a qualidade dos dirigentes e aprimorar a gestão das EFPC independentemente de serem indicados por patrocinadores ou participantes.”
Fonte: Agência ANABB

19 dezembro 2019

Endividamento crônico é realidade de metade dos Aposentados e Pensionistas do PB-1 da PREVI.




Sempre defendi que Educação Financeira não é sinônimo de economizar dinheiro, ao contrário, é aprender a gastar.

O maior mau do Aposentado Bancário é achar que suas amadas esposas não têm que entender o que acontece no dia a dia, como se toca as finanças e na maioria dos casos esconde a verdade, quando a pessoa vem a óbito, deixa uma terra arrasada com inúmeros problemas para ser enfrentados.

Então se descobre todas as dificuldades que vamos enfrentar, e a porta do crédito fácil, como era na nossa folha de pagamento, este é o meu caso isolado,(exemplo), mas existe colegas que usou o crédito para problemas de saúde, lazer, investimento, enfim cada um tem o livre arbítrio para fazer o que bem entender, quem sou eu ou você para julgar quem quer que seja.

Este espetáculo é para você que não se lembra como naufragou num mar de dívidas e agora briga para não ser tragado pelas sucessivas ondas de juros, multas e castigos por ter caído na armadilha financeira do endividamento fácil, era assim que a Previ o nosso fundo de pensão sempre administrou os seus negócios com participantes, Empréstimo Simples e Financiamentos imobiliários, ainda lembro do meu ES pego em 2003, minha primeira dívida de R$ 15.000,00 em 50 vezes de R$440,00.

Não se engane, para sair desta situação leva tempo, muito tempo, mas após a reorganização financeira se vive muito melhor, com mais qualidade de vida, o líquido do contra- cheque, vai melhorando a medida que vamos vencendo essas dificuldades, tem que ter muita disciplina e mudanças de vida e hábitos por completo para voltar a ter o reequilíbrio nas contas pessoais.

Que atire a primeira pedra quem nunca se endividou ao menos uma vez na vida.

Ao contrário do que muitos pensam, dívidas não são aquelas que fazemos após bons investimentos ou com a compra de um carro, uma casa ou uma viagem.

Endividar-se vai muito além de pagar em parcelas, resultando em uma impotência para conseguir salda-las, demanda tempo e disposição, mas acaba que no meio do caminho vira bola de neve e muitos já não consegue mais sair com facilidade deste problema que se torna crônico.

Mas onde quero chegar com tudo isto, que existe sempre uma raça de víboras, que são os anônimos do mau, que são sempre os donos da verdade, que sempre ataca quem precisa ou esta vivendo tempos de grandes aflições na sua vida financeira, o nosso fundo de pensão, na sua Diretoria e Conselhos Deliberativo e Fiscal, fecha os olhos para o problema que eles criaram, quando abriu a folha de pagamentos para os Agiotas de plantão, fazendo com que a margem consignável nunca fosse respeitada, e por outro lado a ave de mau agouro chamada Patrocinador Banco do Brasil S/A, também de semelhante modo abriu as suas linhas de crédito para comer juntos, mais de 70% do bruto dos contracheques, e ainda existe outro fator, ao longo do tempo da aposentadoria ou pensão, o endividado vê seu poder de compra sendo engolido pela reposição do índice inflacionário maquiado por sucessivos governos e sem falar na mordida do leão e da perca de 12 parcelas do BET( Benefício Especial Temporário) que foi nos tirado da noite para o dia numa espetacular canetada pela Previ.

Falamos tanto em educação financeira, que bancários tem que saber lidar com dinheiro, mas nossas associações que são lotadas por esses indivíduos nada fazem para proteger e lutar por essa classe de sobreviventes, de colegas que vive em cima de uma corda bamba, sempre fazendo verdadeiros malabarismos para por o pão de cada dia na mesa.

Como todos sabem a nossa  Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil S/A, não cumpria uma lei como a do consignado, lei 13.183, de 2015, e só em 25/10/2016, foi obrigada a mudar o sistema que a obrigava ao novo enquadramento, como é permitido dentro da Lei, foi então que seu acordo com os demais AGIOTAS foi quebrado para toda a população do PB 1 DA PREVI.

O caminho para crescer e sair desta situação, passa também por um processo, olhar para o futuro, imaginar uma vida melhor para daqui a 5 ou 10 anos, traçar um caminho, um plano de ação para chegar lá, pedir orientação para quem sabe e ser fiel a esse caminho.

Bons hábitos levam sempre a bons resultados, e desde já quero aqui registrar o meu Feliz Natal a todos vocês meu colegas, meus companheiros de lutas e batalhas, respeitados homens e mulheres que não fizeram nada de errado a não ser lutar pela sua casa, e sua família, quem não tem pecado que atire a primeira pedra duas vezes.

- Simão, tenho uma coisa para lhe dizer:
- Fale, Mestre! - respondeu Simão.
Jesus disse:
- Dois homens tinham uma dívida com um homem que costumava emprestar dinheiro. Um deles devia quinhentas moedas de prata, e o outro, cinquenta, mas nenhum dos dois podia pagar ao homem que havia emprestado. Então ele perdoou a dívida de cada um. Qual deles vai estimá-lo mais?
- Eu acho que é aquele que foi mais perdoado! - respondeu Simão.
- Você está certo! - disse Jesus.
Então virou-se para a mulher e disse a Simão:
- Você está vendo esta mulher? Quando entrei, você não me ofereceu água para lavar os pés, porém ela os lavou com as suas lágrimas e os enxugou com os seus cabelos.
Você não me beijou quando cheguei; ela, porém, não para de beijar os meus pés desde que entrei.
Você não pôs azeite perfumado na Minha cabeça, porém ela derramou perfume nos Meus pés.
Eu afirmo a você, então, que o grande amor que ela mostrou prova que os seus muitos pecados já foram perdoados.
Mas onde pouco é perdoado, pouco amor é mostrado.
Então Jesus disse à mulher:
- Os seus pecados estão perdoados.
Os que estavam sentados à mesa começaram a perguntar:
- Que homem é esse que até perdoa pecados?
Mas Jesus disse à mulher:
- A sua fé salvou você. Vá em paz. (LUCAS 7 v. 36-50).

Não vamos julgar para não sermos julgados, dívidas é situação de foro íntimo, e cada um de nós endividados sabe o tamanho do problema que enfrentamos por esse desequilíbrio, e ninguém volta a ter uma vida normal enquanto não fechar a lacuna em nossa história de vida.

PAZ E LUZ A TODOS, FELIZ NATAL!!!

16 dezembro 2019

Corte de convênio do INSS prejudica funcionários e beneficia bancos privados

Convênio, que existia desde 1967, trazia ganhos para o INSS, para a Cassi, a Previ e para o Banco do Brasil; sem ele, todos perdem.


A decisão unilateral do INSS de encerrar o pagamento dos benefícios por meio do convênio com a Previ vai na contramão dos interesses dos associados.

O convênio existe desde 1967 e, por meio dele, todos ganhavam. O INSS, os associados, a Cassi, a Previ e o banco.

O INSS sempre ganhou porque, por força do convênio, retirou pessoas de suas agências, permitindo um melhor atendimento a quem precisava frequentar suas dependências. E teve grande parte do seu trabalho interno de processamento de gestão de pagamento de benefícios realizada pela Previ. Além disso, ao invés de o Instituto pagar benefícios do 1° ao 5º dia útil de cada mês, passou a desembolsar os valores apenas no 5º dia útil – dia efetivo do repasse mensal à Previ.

Com isso, o INSS obtém claro ganho em seu fluxo de caixa. Sem contar que os controles da Previ permitiam informar tempestivamente óbitos ao INSS, antes mesmo de o Instituto tomar conhecimento do evento pelo Sistema Nacional de Óbitos (Sisob).

Para os associados, os benefícios sempre foram evidentes. Recebiam no dia 20 o benefício do INSS, antecipado pela Previ, e ainda podiam acrescentar esse valor em sua base para o cálculo da margem consignável para obtenção de empréstimo simples e financiamento imobiliário. Além disso, estavam vinculados ao recadastramento somente da Previ.

A Cassi e o banco também perdem

Para a Cassi, o maior benefício era o controle da Previ sobre os valores do INSS para repasse da contribuição estatutária. Novas concessões de benefícios, ou mesmo revisão dos atuais benefícios, não serão mais acompanhadas em tempo real pela Previ.

A Previ somente terá acesso a esses valores em períodos de recadastramento anual. O que acarretará perda de receita para a Cassi, que passará a ter de cobrar atrasados de quem ficar com sua informação de benefício do INSS defasada junto à Previ ou à Cassi.

Para a Previ, os benefícios se traduziam em um cadastro atualizado mensalmente. Em especial para o controle dos benefícios complementares, que são aqueles concedidos até 1997, utilizando o benefício do INSS na base de cálculo do benefício Previ.

Para o banco, o convênio com o INSS garantia um público cativo recebendo um fluxo mensal de quase R$ 300 milhões. A partir do encerramento unilateral do convênio, as pessoas poderão optar por receber seus benefícios do INSS em qualquer banco.

Seis bancos privados ganham

Então, se todos que ganhavam com o convênio e agora irão perder, quem estará ganhando? A resposta pode estar no recente leilão que o INSS fez de sua folha de pagamento para seis bancos (Santander, Crefisa, Agibank, Itaú-Unibanco, BMG e Mercantil do Brasil). No período 2020/2024, esses bancos passarão a pagar os benefícios de todos que vierem a se aposentar. E além disso podem oferecer crédito consignado e a venda de seus produtos, inclusive a abertura de contas correntes, porta de entrada para a farta cobrança de tarifas.

Como informou no site, a Previ “está negociando com o Instituto a manutenção do pagamento do benefício no Banco do Brasil, na mesma conta atualmente utilizada para o crédito de proventos”. Isso poderá diminuir o transtorno de quem já vai ter que repensar seu fluxo de caixa até o mês de fevereiro de 2020 para adaptar-se às mudanças que ocorrerão a partir de março.

Fonte: Dirigentes eleitos da Previ