15 junho 2020

ANS encerra direção fiscal na CASSI

ANS encerra direção fiscal na CASSI

Publicado em: 15/06/2020

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou o encerramento do regime especial de direção fiscal na Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (CASSI). A decisão atesta que a CASSI regularizou todos os indicadores econômico-financeiros que levaram à instauração da direção em julho de 2019 e cumpre as projeções que compõem o Programa de Saneamento, apresentado à ANS em dezembro do mesmo ano.
O fim da direção fiscal constante da Resolução Operacional 2.556, publicada no Diário Oficial de 15/06/2020, é reflexo direto da aprovação da reforma estatutária pelos associados, mudança que contou com o apoio das entidades representativas de funcionários da ativa e aposentados e do patrocinador, Banco do Brasil. Aliado a isso, foi determinante a adoção de medidas firmes em busca de eficiência operacional e da redução de despesas, trabalho conduzido pelas equipes técnicas da Caixa de Assistência.
Para o presidente da Caixa de Assistência, Dênis Corrêa, a Instituição fecha um ciclo delicado da sua história. Ao mesmo tempo, complementa ele, contabiliza um período marcado pelo aprendizado e pela união de todos envolvidos neste processo. “Agora é o momento de direcionar nossos esforços para a melhoria da assistência à saúde, com ações focadas na prevenção de doenças, para promover uma vida melhor aos nossos participantes”, ressalta.



10 comentários:

Rosalina de Souza disse...

Notícias
Lista de destaques
15/06/2020
Previ inicia processo de venda do Ed. Ansarah
Propostas de compra devem ser enviadas até 20/7.
A Previ iniciou, no dia 12/6, o processo de venda do Edifício Ansarah, localizado na Avenida Paulista nº 2163, São Paulo. Os interessados devem ler atentamente as instruções e enviar as propostas até as 18h do dia 20/7 para a Gerência de Investimentos Estratégicos da Previ (Gerin), no e-mail gerin@previ.com.br.

As propostas encaminhadas devem conter, no mínimo: qualificação do proponente; dados de contato; objeto da proposta; preço e forma de pagamento; e lista de documentos para due diligence. Propostas em nome de terceiros, por parte de consultor imobiliário (“Intermediário”), deverão ser feitas por meio de documento formal, que contenha assinatura do proponente. Ficará a cargo deste o pagamento de eventual remuneração ao intermediário.

A alienação do imóvel está sujeita ao exercício do direito de preferência por parte do locatário atual, conforme previsto na Lei 8.245/91.

Você pode visualizar mais informações sobre o imóvel aqui no site, na seção Investimentos >> Imóveis.

Anônimo disse...

Vendendo Ativos...sem liquidez! Resiliência???

Trader anônimo disse...

Colamos no blog do Dr. Medeiros:

Continuação de nosso comentário de 15 de junho de 2020 00:15

No comentário mencionado sustentamos duas coisas: (1) o "preço de mercado" é apenas um indicador secundário; (2) o indicador ótimo em Bolsa de Valores é o "tempo".

Igualmente, podemos sustentar tais afirmações por meio da leitura e posterior interpretação do seguinte fragmento de texto encontrado na literatura técnica:

[...] In the modern financial economy, the main effect of QE* is to boost asset prices, as market gyrations of recent weeks have clearly illustrated. But is the pursuit of higher asset prices an effective or desirable means of promoting economic growth? The distributional impact of the policy demands attention; the one certain consequence of boosting asset prices is that those with assets benefit relative to those without. Many people own houses – but, although in the UK, for example, we need more houses, we do not need another housing boom. The public also holds financial assets indirectly, largely through pension funds. But here there has been a paradoxical effect: because of the way pension funds are valued, QE has generally increased pension funds’ liabilities more than their assets.(49)

*Quantitative Expansion

Traduzindo:

Na economia financeira moderna, o principal efeito do QE é aumentar os preços dos ativos, como as oscilações do mercado das últimas semanas têm ilustrado claramente. Mas será a busca por maiores preços de ativos um meio eficaz ou desejável de promover o crescimento econômico? O impacto distributivo desta política exige atenção; a única consequência certa do aumento dos preços dos ativos é que aqueles com ativos se beneficiam em relação àqueles sem ativos. Muitas pessoas possuem casas - mas, embora no Reino Unido, por exemplo, precisemos de mais casas, não precisamos de outro boom habitacional. O público também detém ativos financeiros indiretamente, em grande parte por meio dos fundos de pensão. Mas aqui tem havido um efeito paradoxal: devido à forma como os fundos de pensão são avaliados, o QE tem geralmente aumentado mais as obrigações dos fundos de pensão do que dos seus ativos.(49)

O “QE” é a espécie mais recente de desenvolvimento do gênero “liquidez”. O economista britânico, John Kay, acima sustenta, que "o principal efeito do QE é aumentar os preços dos ativos, como as oscilações de mercado das últimas semanas têm ilustrado claramente". Entretanto, pretendemos aqui enfatizar o efeito paradoxal igualmente acima observado pelo mencionado economista: "devido à forma como os fundos de pensão são avaliados, o QE tem geralmente aumentado mais as obrigações dos fundos de pensão do que dos seus ativos".

Adicionalmente, quer nos parecer que a observação do economista britânico, acima mencionada, seria igualmente um exemplo de algo que sustentamos na primeira hipótese: a liquidez NÃO é uma vantagem para TODOS. Em outros termos, não nos parece equivocado dizermos: (1) o "preço de mercado" é apenas um indicador secundário; (2) em Bolsa de Valores o indicador ótimo é o "tempo".

(49)http://www.johnkay.com/2013/07/10/ quantitative-easing-and-the-curious- case-of-the-leaky-bucket/;

Jeanne disse...

Senado aprova projeto que suspende pagamento de empréstimo consignado durante a pandemia


Da Redação | 18/06/2020, 21h18


A proposta, do senador Otto Alencar (PSD-BA), foi aprovada com relatório do senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) e segue para a Câmara dos Deputados
Pedro França/Agência Senado
Em sessão remota nesta quinta-feira (18), o Plenário do Senado aprovou o projeto que suspende por 120 dias o pagamento de parcelas de contrato de crédito consignado (PL 1.328/2020). A medida alcança quem recebe benefícios previdenciários, além de servidores e empregados públicos e do setor privado, ativos e inativos. Do senador Otto Alencar (PSD-BA), o projeto foi relatado pelo senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) e segue agora para a análise da Câmara dos Deputados.

Conforme o texto aprovado, as prestações suspensas serão convertidas em prestações extras, com vencimentos em meses subsequentes à data de vencimento da última prestação prevista para o financiamento. As prestações suspensas não poderão ser acrescidas de multa, juros de mora, honorários advocatícios ou de quaisquer outras cláusulas penais. Também fica vedada a inscrição em cadastros de inadimplentes ou a busca e apreensão de veículos financiados, devido à suspensão das parcelas.

Fonte: Agência Senado

WILSON LUIZ disse...


MUCH ADO ABOUT NOTHING(muito barulho por nada), peça teatral de William Shakespeare

Estamos atravessando uma enorme crise sanitária e econômica, e o que mais se discute, inclusive em nossos blogs, é a guerra ideológica, quem é contra a democracia, quem não é, o presidente posando de perseguido, o congresso e o STF chamados de golpistas, realmente somos uma republiqueta de bananas podres.

País surreal, este onde somos obrigados a viver. Está atravessando a pior pandemia dos últimos cem anos sem ministro da saúde, com 25 “técnicos” militares, tem um presidente criminosamente omisso, cuja estratégia para lidar com o vírus é samba de uma cloroquina só e tenta jogar no colo de prefeitos e governadores o preço político da crise, falando que por ele todos voltariam ao trabalho, posição que defende desde o início. Tenho para mim que o supremo tribunal federal decidiu pela autonomia de prefeitos e governadores porque anteviu o desastre que seria Bolsonaro deixar a coisa correr solta.

O presidente perdeu a oportunidade, que às vezes coloca-se à frente de um dirigente, o de poder enfrentar uma crise que os transforme em estadistas.
Para isto, é preciso ter a coragem de assumir o comando das ações, abrir mão de suas vaidades, unindo os esforços de todos para uma estratégia unificada, foi assim que fizeram os líderes das nações que melhor se saíram; é duro sermos humilhados por Paraguai, Uruguai, Argentina...

Enfim, é querer muito que alguém que foi um militar indisciplinado se transforme em líder. Sua biografia passará pela nossa História não como estadista, mas como um asterisco de pé de página, um incidente.

Anônimo disse...

Dona Rosalina,
Embora sabendo que nem sempre cumpre o que promete, mas só votarei na chapa que prometer: 1) melhorar o ES, 2)manter por mais alguns meses a suspensão do pagamento de suas parcelas, 3) devolver o BET que nos foi tirado antes do tempo e 4) excluir a contribuição à Previ.

Muito obrigado.

WILSON LUIZ disse...



CRÔNICAS DA PANDEMIA
UM MUNDO COMO ESTE MERECE SER SALVO?

Acho que já escrevi sobre o assunto, que os 8(oito) homens mais ricos do mundo possuem mais riquezas que a metade mais pobre da humanidade, cerca de 3.7 bilhões!!(com B). A FAO, órgão das nações unidas que traça o mapa da fome no mundo, estimou que mais de 50 milhões de seres humanos poderão entrar nesta estatística, devido à pandemia, somando-se aos mais de 800 milhões já existentes.

“É VERGONHOSO UM PAÍS QUE PRODUZ O SUFICIENTE PARA ALIMENTAR 400 MILHÕES DE PESSOAS TENHA 15 MILHÕES DE SEUS CIDADÃOS PASSANDO FOME.”

Alberto Fernández, Presidente da Argentina

Ainda sobre a pandemia, a cidade de Nova Iorque reabriu os salões de cabeleireiros; tem um que cobra, por corte de cabelo, 1.000 dólares(mais ou menos R$ 5.500,00). Isto não seria nada, cada um pode cobrar o que quiser, mas é que há uma fila de mais de 1.000 clientes esperando vez; isto é um acinte, um tapa na cara dos sem-teto e milhões de desempregados que existem naquele país.

LEPROSOS DO SÉCULO XXI

Na Idade-Média, os leprosos eram proibidos de entrar nas cidades; quando tentavam, eram apedrejados, as vezes até a morte; ficavam confinados em guetos isolados.

Hoje, o Brasil é um campo de concentração. Devido ao errático e ineficiente combate à pandemia, não podemos entrar em praticamente nenhum país do mundo (nem no Paraguai!!), e também somos barrados nos Estados Unidos, por ordem do “muy amigo” do Bolsonaro, o presidente Trump. O lado bom desta história é que vamos parar de transferir nossos recursos para o exterior, como turistas, trouxas que viajam para serem tratados com desprezo e má vontade, para eles só servimos para levar $$$$.

Este problema, de fechamento de fronteiras, será resolvido, sem esforço, pelo que nós conhecíamos no bom e velho BB de antigamente, como PTRS(problema que o tempo resolve sozinho), quando aparecer uma vacina eficiente, só não sabemos quando.

Outro problema mais sério será o econômico. O Brasil é um pária internacional, é difícil acreditar que os grandes investidores vão aportar aqui seu rico dinheirinho, principalmente pelo descaso do governo com a política ambiental, notadamente as queimadas na Amazônia. É fácil camuflar números sobre o desmatamento, mas não dá para enganar os satélites que detectam os incêndios na floresta. Não entendo o interesse do governo, está protegendo os grandes criminosos, que devastam a floresta dando ordens de suas coberturas no Leblon ou nos Jardins, em São Paulo e vai prejudicar muito nossos interesses comerciais, o acordo de comércio com a União Europeia já subiu no telhado.

WILSON LUIZ disse...





TIRO NO PÉ DOS OUTROS, PARA O GOVERNO, É ESPORTE

O Brasil tem tudo para ser o celeiro do mundo...desde que o governo pare de dar tiros no pé do setor agrícola.

Alguns exemplos de balas perdidas: se efetivar a mudança da embaixada em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, certamente provocará retaliações dos países árabes, grandes consumidores de carnes e cereais. Pior ainda é o descaso com a questão ambiental, dá de ombros para os incêndios na Amazônia e está deixando o anti-ministro do meio ambiente “passar a boiada”. Hoje os países desenvolvidos estão, cada vez mais, exigindo sustentabilidade ambiental com a produção dos alimentos que compram. Pelo andar deste carro de bois em chamas, vamos acabar vendendo só para a China, aí sim vamos ver o que é ser dependente de uma ditadura.

Já que o assunto é alimentos, adapto um pronunciamento do Presidente da Argentina, Alberto Fernández, que já escrevi em outra postagem:

“É VERGONHOSO NOSSO PAÍS PRODUZIR O SUFICIENTE PARA ALIMENTAR BILHÕES DE PESSOAS E TER MAIS DE 7 MILHÕES DE SEUS CIDADÃOS? PASSANDO FOME”.

7 milhões é uma estimativa, só vamos saber ao certo após o fim da pandemia. Agora, fazendo uma conta de padeiro, acho que, com gasto de R$ 400,00 mensais por pessoa, se amenizaria muito o problema, já que vários famintos são da mesma família; isto representaria, anualmente, R$ 33.8 bilhões, uma merreca perto dos R$ 370 bilhões que o governo deixa de arrecadar com incentivos fiscais para grandes empresas.

Jeanne disse...

FUNCEF possibilita nova suspensão do pagamento de prestações de empréstimos
Participante deve fazer opção no Autoatendimento e estar atento às regras da operação

01 de Julho de 2020

WILSON LUIZ disse...



“CAIPIRAS” 7 X 1 “ELITE” INDUSTRIAL

Por que o agro-negócio brasileiro é respeitado e temido pela concorrência no mundo inteiro, e nossa indústria está “caindo pelas tabelas”, sem qualquer condição de competitividade de seus produtos?

Poderia escrever páginas e páginas sobre o assunto. Décadas atrás participei, na Direção Geral, de amplo estudo sobre a política de crédito do BB, tanto na agricultura como na indústria. Na agricultura, formaram-se duas correntes, uma favorável ao subsídio ao crédito e outra, na qual eu me incluía, que achava que o benefício deveria ser sobre a produção.

O incentivo à produção beneficiaria os que realmente trabalhavam, e não os muitos “picaretas” que se aproveitavam do custo baixo do crédito para desvio de finalidade, inclusive fazendo aplicações financeiras no próprio BB com este dinheiro conseguido com custo abaixo da inflação, infelizmente subsidiar o crédito foi a posição vencedora; um exemplo paradigmático desta política nociva foi o já clássico “escândalo da mandioca”, ocorrido décadas atrás; sobre a política de crédito industrial pouco se discutiu, falava-se que era pressão dos barões da indústria, satisfeitos com o "status quo" vigente nos tempos da ditadura.

Por que ocorre esta abissal diferença de competitividade entre nosso setor agrícola e o industrial? Na minha opinião, é muito simples: ao contrário do que se esperaria, em determinado momento de suas histórias, os “caipiras”, como eram conhecidos os produtores rurais, disseram chega, vamos esquecer o governo e cuidar da vida. Com muito trabalho e competência, alcançaram níveis de produtividade invejados no mundo, investindo em tecnologia, principalmente com a ascensão de jovens empreendedores, com a cabeça no século 21, já os arcaicos defensores da dependência do governo foram se afastando, aos poucos, eram estes que nunca “tinham condições” de pagar suas dívidas junto ao BB.

Paradoxalmente, a “elite” industrial, que estudava em Harvard, Oxford e USP preferiu, por comodismo, avançar rumo ao século 19. Se escudaram na reserva de mercado, consequência do elevado imposto de importações, mamaram gostosamente nas tetas do governo, com incentivos fiscais que custam R$ 370 bilhões de nossos impostos anualmente e vários etc. É uma pena, se esta “elite” influente tivesse pressionado o governo para criar condições para eles serem competitivos, como redução da carga tributária(seria possível com a redução dos incentivos fiscais), fazer uma reforma no sistema de impostos, o mais caótico do mundo, incentivos ao aprimoramento dos trabalhadores, etc...

Realmente, no momento, não poderíamos competir nos setores de altíssima tecnologia, como Inteligência Artificial ou telefonia 5G, mas seria possível enfrentar a China na média tecnologia e produtos semi-duráveis, como carros, televisores, refrigeradores, roupas, etc.

O lamentável é que nós, indefesos consumidores, pagamos a conta, obrigados que somos a comprar produtos inferiores aos importados por preços extorsivos. A última vez que troquei de carro, adquiri um importado com três anos de uso pela metade do preço de um similar novo “made in Brazil”; além do mais, somos reféns de fornecedores externos, há 60 dias quero comprar um televisor, mas está em falta, o fabricante alega que não recebem peças da China.

BRASIL SIL SIL